quinta-feira, 8 de março de 2012

SER ESPÍRITA

Ser espírita não é simplesmente dizer: “Eu sou Espírita”. Mas é saber ser espírita e nos contextos do que isso significa. Não é simplesmente frequentar um centro espírita, porque ali muitas vezes, se pratica ou se participa de práticas de espiritismo e isso não tem nada haver com o contexto.

Ser espírita e ser espiritualista, é levar o sentido da doutrina cristã original e dos mandamentos no coração, é aplicar as leis no seu entendimento, é: “Respeitar e auxiliar, ordenar e proteger todas as vidas subordinadas, para que tudo se desenvolva em harmonia”.

Isto é simplesmente o objetivo das leis cósmicas e cármicas, onde se depende da solidariedade dos elementos e da irmandade espiritual e da mediação dos espíritos superiores que representam o Messias e Deus nos contextos da caridade pela evolução espiritual.

Quantos se dizem espíritas? Milhões, porém, quantos sabem respeitar estes contextos? Quantos os conhecem? Poucos e menos ainda respeitam a primeira lei do espírita que é: “amar a Deus sobre todas as coisas”. Pois, quantos são os que na prática da vida não vão atrás do paganismo? Quantos não misturam o Pai-Nosso e a Ave-Maria? Quantos não apelam por Jesus nosso Pai? Quando Ele é o nosso Guia. E Maria, a Sua mãe, como mãe de Deus? Quantos não existem que, na “Liturgia do Evangelho do Lar”, nem sabem o que fazem e o que rezam, transformando este numa evocação mágica de toda hora?

Existem milhares de centros, e milhões de pessoas vão ali regularmente, ao mesmo tempo em que, regularmente vão às igrejas. Adoram as imagens e relicários, visitam santuários, têm uma imagem santa ou uma cruz e a tudo manifestam devoção e o mesmo respeito. Mas, e o primeiro mandamento? Talvez seja necessário explicá-lo melhor: “Não farás para ti, imagens ou esculturas, nem de alguma semelhança com o que há em cima, no céu e nem debaixo das águas ou da Terra. Não te curvarás a elas e nem as servirás. Porque Eu, o Senhor teu, sou o Deus zeloso, que visito a maldade dos pais, nos filhos, até a terceira ou quarta reencarnação daqueles que Me aborrece, e faço misericórdia, em milhares, aos que Me amam e guardam os Meus mandamentos”.

Pois é tão claro, e a maioria chega ao espiritismo pelas aflições! Frustrações e doenças cármicas da aura, e quem neste não se cura porque alimenta em si o sincretismo das mãos lavadas, trata das aparências, ora aceitando, ora não aceitando. E fica discutindo o sexo dos anjos.

A cura é para quem entende disso, e aquele que não está disposto a entender e aceitar continua doente, poderá agremiar-se e vir a ser chamado de trabalhador, mas a maioria dos problemas estará nele, e outros ainda irão ter o que lhes provirá pela prática deste espiritismo.

Ser espírita não é fazer parte de um contexto, onde há um doente que cura outro, mas fazer parte de uma família humana privilegiada, que exprime a sua fé na serenidade, na amizade, livre das paixões, é ter ciência de um mandato preciso, de uma responsabilidade diante das doenças mediúnicas dos menos dotados, que ainda por estes meios se atingem.

Ser espírita é ter os sentimentos dos deveres espirituais e humanitários cumpridos e principalmente, nos contextos do conhecimento e entendimento da ciência do espírito que está neste evangelho. Entretanto, quantos espíritas ainda não substituem todo o contexto pelo muito mais simples fanatismo?

Ser espírita é ainda apoiar-se todo o tempo no livre pensamento, é evoluir por dentro, livre do condicionamento. Mas, ser espírita assim parece muito mais com ser litáurico. (O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA)

terça-feira, 6 de março de 2012

A RECONSTRUÇÃO

Experiências científicas realizadas na Universidade Mc. Grill da Califórnia, já comprovaram a teoria de Mesmer, assim como a terapia dos passes de Yoghi Ramacharaka, onde se comprova na metafísica quem é quem. Os que têm condições de aplicar uma energização benéfica, nos contextos dessa teoria, ou os que podem prejudicar-se, e ainda prejudicarem outras pessoas, transferindo-lhes uma moléstia. Conforme a teoria do Rama, se prova ainda na fotografia da aura, porque é daí que nasce a possibilidade, pois a princípio, a aura deve ser harmonizada, equilibrada, íntegra, isenta de intrusões e forte o suficiente, onde é só nisso que começa a independência mediúnica e o espiritualismo. Fora disso há somente o espiritismo dos “falsos profetas da erraticidade”, que atuam na ignorância, diferenciando só o seu misticismo, o seu atraso e sua superstição.

Na dúvida, não responda, não assuma responsabilidades por palpites e lembre-se da causa e efeito, pois é a mesma situação dos que, não tendo condições e defesas áuricas por si mesmas, aplicam passes ou até se produzem, em práticas de radiações para ajudar os outros, a mesma consequência vem para os que orientam. “Quando a intenção é boa, todos podem ajudar, é a intenção que conta”, é o refrão que se usa nisso, onde, porém, é necessária a intervenção de um policial, para evitar que vítimas de acidentes na estrada sejam socorridas por pessoas motivadas pelas mesmas boas vontades, mas incapazes de prestar um socorro, sem correrem sérios riscos de prejudicar mais o acidentado.

Pois quantos gostam de ensinar aos outros, já entre os que, especialmente, vivem condicionados pelas próprias condições paupérrimas, cármicas e mediúnicas. Dar orientações é uma responsabilidade séria, igual a uma semente estranha plantada ao acaso, que fruto dará? A única coisa de que se pode ter certeza é que será seu, e num tempo qualquer o encontrará. Existe quem dê palpites na consideração de que suas opiniões sejam importantes. Ao mesmo tempo, muitos ainda escrevem e fazem matérias de autoajuda, como artigos de jornais e livros, e o seu resultado no carma poderá ser computado em calculadora de muitos dígitos, pois maior é o alcance, maior é a renda, mas também maior será o prejuízo pessoal no seu retorno. Existem regras que protegem o comércio dos produtos defeituosos, e quando evidentemente não funcionam, são recusados pelo mercado consumidor.

Mas o palpite e a opinião são abstratos, e muitas vezes vêm a basear-se na tradição, e ninguém pensa que esta seja uma forma já defeituosa de considerar a vida, pois é a coisa mais importante, para muita gente, que não considera a sua provisoriedade. Daí ser lógico o palpite do imediato, do “não ter medo de ser feliz”, sem considerar o que nisso está errado. O que evidentemente é um perigo que sempre estará presente, pois o carma se resolve, mas enfrentando no contexto radical, onde se aloja. De outra forma só piora, pois quantos seguem teorias de que há de ser feito proveito das oportunidades em vida e de que não haveria consequências? Sendo assim, tudo o que é herança deste condicionamento mental milenário, deverá ser desraizado da mente da gente e do próprio espírito, pois veio a ser revogado até o livre arbítrio, não definitivamente, e não adianta a teimosia do homem nisso. A Espiritualidade Maior já manifestou a vontade do Criador, e a LITÁURICA nasceu tarde para esta definição? Não! Porque estas verdades já foram colocadas ao homem há muito tempo, só que de palpite em palpite e opiniões, muitos chegarão aos planetas corretivos, para serem regredidos. (O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA)

segunda-feira, 5 de março de 2012

OS MESTRES PRIMORDIAIS

A história oficial nos fornece datas, “dados e fatos”, relatos de acontecimentos que podem ser considerados partes de um passado recente, pois as raízes da humanidade não são de poucos milhares de anos. Determinados estudos recentemente realizados pela Universidade de Paris, na França, provaram a idade da formação de diamantes que remontam a 3 bilhões de anos e que, já se considerando o demorado processo de formação das rochas para torná-los disponíveis aos homens, são sempre bilhões de anos.

A ciência oficial, inclusive, fez remontar a 75 milhões de anos a época dos dinossauros, que teve a duração de 150 milhões de anos. E os homens, nesse tempo? Pois os espíritos não estavam contemplados ainda nessa paisagem? No entanto, observava-se que na história da tradição deste esoterismo é que existe a lógica e uma contraposição na existência de outra história da humanidade, muito mais antiga que aquela conhecida e muito mais rica de significados culturais.

Neste particular temos de ir para este contexto, porque a natureza desgasta muito os vestígios mais antigos, e muitos operam ainda para destruir estas provas e distorcer este passado. Mas a tradição Shan chama de Atmar este passado antigo, que fez remontar a simbólicos 10 milhões de anos, onde não há simplesmente as origens da vida ou de uma determinada raça, mas um fato básico da evolução humana, definido como um início, que pode ter outra data, mas é sempre o que se refere à chegada dos Senhores do Fogo ou a “Carruagem de Fogo”, interpretada como uma intervenção dos seres vindos de outras localidades do espaço, para instruir aqueles primeiros moradores da Terra, que, porém, já podiam ser sobreviventes de mais antigos viajores do espaço, herdeiros perdidos de outras civilizações, pois é deste início que nasce este esoterismo.

Chama ainda de Shamanis os antigos Mestres, que teriam iniciado as míticas civilizações, que habitaram depois os continentes, e que há muito tempo desapareceram. Como o mítico Império Atlanta, que só vinha recordado na tradição esotérica. Sabemos que, em tempos imemoriais, continentes eram localizados no Oceano Índico. Estes continentes teriam desaparecido por afundamento, devido a cataclismos até naturais que periodicamente acontecem.

Certa vez, inclusive, já teria acontecido à Terra encontrar se na trajetória de grandes corpos celestes, que teriam se precipitado nela, deslocando a do seu eixo por longo tempo, provocando grandes e longas glaciações. Verificando se assim períodos que podem ser definidos como de transição, ou também de recuperação da Natureza, nos quais também a vida humana, que nunca desaparece totalmente, volta a estacionar para depois voltar a desenvolver se, até a formação de grandes civilizações, como as últimas que se passaram: a Hiperbórea e Atlântida. Esta última submersa antes do último período glacial, cujo degelo poderia vir a coincidir com o mítico dilúvio universal da Bíblia.

A esse respeito, as lendas dessa cultura mais antiga nos contam o encontro dos primeiros homens com os “Shamanis”, lendárias figuras que sempre trazem o “Conhecimento Shan” ou o conhecimento esotérico das pedras, que também, de certa forma, se traduzem nas adivinhações dos tarôs, Kings, etc.. Este contexto é anterior à subdivisão Oriente e Ocidente da Terra, quando toda esta tinha uma localização diferente e específica diante de outro centro, pois esta cultura é rica em lendas significativas que a colocam numa posição anterior à história, antes da maioria das culturas que se conhece. Apesar de antiga, esta cultura é depositária de uma filosofia e tradição, que pelo alto grau de espiritualismo e conhecimento, já aderiu no passado às necessidades filosóficas e metafísicas do homem inteligente e pesquisador. Hoje voltamos a contemplar a existência de mais seis sistemas planetários combinados com o nosso, mas o importante é que também já não ficamos mais surpreendidos, podendo compreender isso.

A base doutrinária desta filosofia é baseada no Atmar ou Passado, e na roda dos “Hats”, como o arquétipo de uma doutrina essencial. Da “Irmandade Espiritual” se constitui o “Conselho dos Mestres Primordiais”, que unidos no decorrer do tempo espaço da comum experiência, projetam e providenciam o acompanhamento do Astral, com as definições de alto nível. Nesta sabedoria os homens são guiados pelo íntimo intento de transmitir-lhes o “Conhecimento Ancestral” que vieram a conhecer do seu passado e pela sua evolução, e como uma forma de amor, o projetam nos tempos através desses “Mestres Shamanis”.

O “Conselho desses Mestres” não faz parte da humanidade viva, mas do orbe, do mundo da energia de Deus e do pensamento. Os Mestres são os espíritos de Deus, antigos, esclarecidos e evoluídos. Os “Mestres Primordiais” são representantes desta assembleia alimentados pela Luz, que desenvolvem tarefas nos planos dimensionais ou degraus, e podem se encarnar em várias épocas para deixar entre a humanidade os traços do ensino do Conhecimento Primordial.

Do comum intento, do trabalho desses Mestres nascem os espíritos e a filosofia Shan. Contam-nos de que modo, nos tempos dos Shamanis, saíram as formas de civilizações organizadas passadas. Como exemplo nos dizem que da Matcha foi de 6,5 milhões de anos atrás, na qual o “Conselho dos Mestres” deu o impulso para uma cultura unificada que ocupou todo o planeta. (O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA)

sexta-feira, 2 de março de 2012

A PURIFICAÇÃO

A culpa, o delito, todos os vícios, e principalmente a hipocrisia, sugerem a geração de preces fervorosas para o seu resgate, mas este vem seguindo o arrependimento verdadeiro, quando o pecador expia através da condenação severa, submerso na penitência cármica. Depois, na erraticidade espiritual antes de renascer, é forçado a uma estadia difícil e uma vida regeneradora depois.

A purificação, entretanto começa numa manifestação intencional, que se exprime no ato da ablução chamado de “batismo”, mas o que isto significa é que poucos sabem. Esta é uma simbologia da purificação, mas se refere principalmente à manifestação de se regenerar, pois, a partir daí, a liberdade do espírito vai se obter de forma gradual, na demonstração contínua da vontade de resgatar-se, unida à manifestação de “seus predecessores na vida espiritual”.

Este contexto, entretanto, não pode ser facilmente compreendido, chama-se cristianismo, isto é, quer se a mediação crística que assumimos, como predecessores os Seus Espíritos glorificados, pelo acompanhamento da ação da redenção dos nossos pecados.

Foi Ele, Jesus Cristo, que se colocou nisso, como mediador da justiça divina, mas também foi o demonstrador desta justiça, acusando com a maior energia as instituições humanas, apontando as riquezas como uma provocação e escolho, e o poder como uma aberração, pois não reconhecia o princípio sobre o qual descansavam as leis humanas.

Ele as considerava um flagrante delito de lesa majestade divina, e era, pois na época do império romano, em que as posses eram baseadas no direito do conquistador, existia a escravidão, a mais vergonhosa demonstração do embrutecimento humano, mas apesar de que os Seus continuadores, mais tarde, foram repetir extensivamente isso na Europa, e no “dominus domini” declararam as posses da terra no mundo.

Entretanto, a contínua luta, a tensão contínua à qual era posto o Seu Espírito, com as dificuldades dos tempos, Lhe ocultava o que isso tinha de defeituoso. Mas também, depois de quase vinte séculos, não se vê ainda o mundo das Suas aspirações, senão com a intervenção da ótica das Suas esperanças.

O Seu Espírito, oprimido por uma ciência que se excedia da força, e na concepção daqueles que rodeavam os Seus dias, forçavam-No a desviar o Seu olhar dos horizontes luminosos, para deixar-Se invadir pelos pensamentos de ordem material.

Mas, para que os preceitos tenham força de lei em um mundo, é necessário que a maioria dos espíritos, desse mundo, estejam penetrados da mesma vontade e força moral. Por consequência, por esta união, irão formar-se forças metafísicas proporcionais, como as que sustentam as seitas, os símbolos, os santuários, relicários, etc., que são sustentados pelas forças inconscientes locais, proporcionadas pelo número dos seus adeptos.

Exprime-se isso com um exemplo: “A Lei de Deus é cármica, e vigora no Cosmo, sustentada pelo sistema metafísico encadeado nas leis da física, regula bilhões de elementos e moradores de bilhões de planetas, e uma variação desta não pode ser posta em prática, na mediação de espíritos que, num certo pequeno espaço, se encontrem no desejo comum de realizá-la”. Assim qualquer força criada pelos homens não pode sustentar-se, a não ser na área espiritual limitada ao seu ambiente. A Lei do Universo é a lei da integração do ser inteligente com a parte do Universo que o circunda, é aí que se demonstra a inteligência na sua expressão clara, real e tangível, em que o dogma e a irracionalidade fanática não têm lugar num contexto de espíritos evoluídos.

Todos aqueles então que não entenderam estas máximas, têm se equivocado de época em seus batismos, e todos os que, desta humanidade, queiram se adiantar espiritualmente, não devem, em circunstância alguma, determinar ações, com teorias não apropriadas à inteligência dos membros desta humanidade. Entretanto, estes devem rever novamente as suas ideias, onde os esforços regeneradores se renovam constantemente, no Legado do Evangelho do Lar, e nos contextos de uma vivência, perfeitamente aderente aos Seus ensinamentos originais.

Isso se renova na ótica da filosofia LITÁURICA, na qual o objetivo é a doutrina Universal, mas como ensino renovado nas verdades “védica, crística e espírita”, onde se fecha o cerco do espiritualismo Cristão, que fará resplandecer o raio de ouro que há de aquecer todas as almas, pois, fora disso, há somente paganismo e materialismo, sem nenhuma evolução.

O caminho da regeneração começa na hora seguinte, mas é preciso um perfeito entendimento, pois não podem ser confiados os seus tesouros a quem faz confusão de línguas, não falemos de liberdade e fraternidade, que são impossíveis sem a clareza desta fé.

O amor separado do contexto geral da dependência na integração da Natureza, e sem a harmonia nesta, nada mais é que um simulacro de forma.

Consultemos a moral nestes contextos, destruamos as armas, combatamos a violência, o vício, o roubo, o ócio, a miséria, em nome da fraternidade e deste amor messiânico, e aí sim Deus nos amará. (O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA)

quinta-feira, 1 de março de 2012

A MENSAGEM DAS PEDRAS

Já se falou de como a antiga mensagem esotérica depositada nas gemas pode ser interpretada nos seus múltiplos e profundos aspectos. Mas agora, merece um discurso separado a forma pela qual tal mensagem pode penetrar na realidade e na problemática da existência do homem, neste seu momento intelectual.

Na realidade, este problema adere muito aos problemas mais complexos de cada indivíduo, aqueles que mais o assombram, e para ingressar nisto, é preciso partir de uma pequena premissa, deve se considerar que o homem convive com os seus problemas, pois, quem pode afirmar que não os tem?

Existem muitos tipos de problemas, os concretos e evidentes, que muitas vezes são de menores importâncias que os mais sutis que envolvem e deslizam imponderáveis, mas que, envolvendo a psique, se adentram no metafísico.

É por isto que existe aquele que sofre por não conseguir dar um endereço e um sentido à própria existência, que percebe uma sutil insatisfação que lhe permeia todas as ações, que sofre esmagado, vivendo os seus complexos psicológicos, que sofre por sentir se diferente, não entendido, que se sente só e sem soluções, que sofre uma emotividade fora de seu controle, ou ainda aquele que percebe que não sabe gerenciar a própria vida, ou ainda aquele que sente a falta de uma globalidade que possam compreender os seus interesses e suas ações, etc.

As problemáticas são muitas, e todas sofridas e assombrosas. Problemáticas, que o homem não tem preparação para enfrentar e, por esta razão, se sente sem ação, como se fosse impelido a uma luta desproporcional, contra um inimigo forte e desconhecido.

E assim, procura solucionar os seus problemas, porém, com os meios que conhece que são os mesmos que já o levaram à criação dos mesmos.

Quando se sente só, reage e procura uma companhia, quando está triste, procura uma diversão, uma emoção que enseje um momento de alegria, reage ao medo da morte, insensibilizando se com desordenadas experiências.

Porém, em tudo isso, com certeza não encontram uma solução para os seus problemas, porque estes são inadequados ao seu momento intelectual onde se acentuam mais. Por este motivo o homem aprende a conviver com eles e se convence de que são normais e fazem parte da natureza humana.

Na realidade, o homem muitas vezes não consegue solucionar os seus problemas, porque não se conhece bem e não sabe de onde estes provêm. O homem vive estes problemas porque não conhece a sua natureza interior, seu passado astral e espiritual, e não vive de acordo com essa natureza.

Entretanto, não é definido que o homem tenha que conviver com problemas, e ninguém diz que o homem tenha que conviver toda a sua existência com uma problemática não solucionável, pois conforme as mensagens que as gemas nos transmitem, e que se ligam aos contextos da lito e da aura, a cada ser humano se reconhece o direito de conhecer a sua verdadeira natureza, e de viver conforme esta, com a justa consciência espiritual, onde se solucionam simplesmente todos os seus problemas. Faça uma fotografia da aura LITÁURICA, e se disponha a seguir as orientações que daí lhe virá.

Porém, é claro que isto não é referente somente à gema, pois este é um grande contexto. No contexto homem e na sua natureza integrada à Natureza em forma espiritual e palpável, as gemas contêm uma proposta operacional que pode permitir ao homem a solução de seus problemas, encaixando se na sua procura metafísica, no ambiente de sua vida e no seu cotidiano.

Esta é hoje a proposta LITÁURICA, na continuação da doutrina Shan por definição dos Ashantes. (O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA)