segunda-feira, 20 de abril de 2026

O QUE SEGNIFICA SER CATÓLICO?

Ser católico significa ser batizado nessa igreja, sem ter condições de opinar, pois esta é sempre uma imposição dos pais, uma herança e tradição da própria família que leva o batismo católico à criança. Significa ainda fazer parte de uma determinada faixa de pessoas que, no contexto da sociedade, se distingue indo às missas, participando de terços, fazendo procissões, participando de romarias, visitando santuários e relicários. Significa acreditar nos dogmas dessa igreja, nos pecados e suas remissões, por interposição dos padres, nos conceitos que essa filosofia contempla. Significa evidenciar-se com um símbolo que é uma cruz, aceitar a mediação do sacerdote para mediar a sua fé, que vem a manifestar-se ainda na observância de festas, recorrências, cânticos, oferendas e rituais.

O batismo é feito uma só vez na igreja, com pompa; novamente uma oportunidade de festa, porque seria feito um novo católico, muito mais que um novo cristão. Porque todos os seguidores da cruz são condicionados a observar regras herdadas do mais obscuro paganismo. Porque os que se dizem herdeiros do cristianismo podem ver que os seus rituais são cópias dos antigos cultos egípcios e celtas. Como base, pode-se observar estas diferenças, pois o cristianismo era reencarnacionista e o catolicismo não é. O cristianismo rezava o amor entre as pessoas, oferecia o outro lado. E o catolicismo sempre semeou o desentendimento, fomentou as cruzadas e as guerras. O cristianismo era monoteísta, acreditava no Deus único, pai dos espíritos. E o catolicismo renega o espírito, mas não aqueles dos seus santos, dos quais, ainda contrariando o primeiro mandamento, lhes reservam culto soberano. E, diante do Deus único e Criador, do primeiro mandamento mosaico, vem colocar o seu Deus da cruz como único filho d'Ele. Já por isso está errado, pois isso não é cristianismo, mas constantinismo.

Já Jesus disse: “Eu não vim para modificar as leis, mas dar-lhes continuação”. E nunca interferiu no primeiro mandamento.

Os seguidores da cruz seguem o anticristo, que veio a ser posto sobre os altares pela obra de Constantino. Qualquer um pode conferir nos livros de história toda essa matéria.

Nisso pode-se considerar com assombro uma das maiores descobertas deste fim de milênio, que vem a provar a reencarnação. Para que se abram os olhos nisso. E, por meio da fotografia da aura com o seu tratamento litáurico, se prova ainda que, no decurso dessa continuação, na volta às vidas, vem a cobrança de tudo aquilo que, nas vidas anteriores, foi feito erradamente, contra a prática da lei do amor crístico, de ante ao próximo, à natureza e a Deus. E ainda, que em todo esse contexto de cobranças, paga-se a superstição dos rituais, da igreja, da missa, das procissões, das falsas evangelizações praticadas, e as sustentadas com as contribuições do povo, em que cada um leva o seu quinhão de responsabilidade. Paga-se por ter-se acreditado nas mediações dos padres, por ter sido padre ou clérigo, pelas orações da cruz, e paga-se até pelo pecado de ter sido precedentemente enterrado debaixo desse símbolo, como aconteceu há muito tempo.


Prova-se ainda que, de toda confusão da prática errada da crença dos dogmas, nasceu a consequência da erraticidade espiritual, ou seja, os espíritos não vão a lugar nenhum. E dessa causa nasceu a sua erraticidade espiritual, em que o espiritismo e a perseguição aos humanos por parte desses espíritos nasceram ainda nesse contexto. Ver-se por aí uma história extremamente complicada para muita gente católica e, como resumo para muitos seguidores, histórias complexas que nasceram disso, que vêm a desenrolar-se na continuação dessas vidas que vão se desperdiçar literalmente no simples e puro gratuito sofrimento da matéria e por meio do mediunismo das auras. E a gente se sente revoltada quando descobre ainda que quem inventou tudo isso foi o imperador romano amoral e pagão,
sedento de poder, chefe de uma corte de corruptos que o ajudaram a idealizar e implantar esse abuso religioso.

Este abuso foi baseado na imoralidade da exploração romana naqueles tempos e no condicionamento, submetendo o crente ao medo da penalização eterna que, porém, poderia ser resgatada mediante o pagamento de tangentes que vieram a ser implantadas lá para esses ancestrais de mafiosos. Esta imoralidade começou em Roma e veio a ser chamada de Igreja Católica em 325 d.C. Começou lá a fazer escola, pois já veio duplicada em 337 d.C. Foi com a morte do imperador Constantino que a idealizou, pois os seus dois filhos herdeiros dividiram o reino e a igreja, vindo a criar uma linha ortodoxa que foi sediada em Constantinopla. As duas igrejas, divididas por eles, finalizavam, continuando as mesmas explorações. Vieram se reunir novamente em 390 d.C., com o primeiro papa Siricio, que começava a obra de aprimoramento pela sua total paganização, que se concluiu definitivamente no ano 553 d.C., com o concílio de Constantinopla. Onde veio a ser definitivamente revogado o conceito reencarnatório. Daí essa religião romana veio novamente a ser copiada em 630 d.C. pelos herdeiros do zoroastrismo, que da Pérsia vieram e depois se espalharam como islamismo. Depois de Carlos Magno, em 867 d.C., o patriarca de Constantinopla Ofócio separou-se da igreja, começando novamente a implantação da religião ortodoxa, que definitivamente vinha a firmar-se com o patriarca Miguel Celulário em 1054. Nesse período, que viemos a conhecer como dimarosia, iniciou-se a fermentação das guerras religiosas que viemos a conhecer como as santas cruzadas, as guerras santas, que duram até hoje, pois há sempre uma guerra em qualquer lugar, baseada em diferenças religiosas, porque nesta base vieram sempre a criar-se variações religiosas que, porém, visavam sempre o mesmo aproveitamento, visando exclusivamente a exploração e o exercício do poder temporário das suas castas dirigentes. Cruzadas, inquisição, expandindo-se depois em novas palavras como protestantismo, evangelismo, tais como colonização das novas terras que, por volta de 1500, começaram a solicitar novas cobiças, onde, nos contextos dessa evangelização toda e com a cumplicidade de todos os conquistadores espanhóis e portugueses, destruíram os povos indianos, a sua antiquíssima cultura, como a americana pré-colombiana, Machu Picchu, asteca, Montezuma, etc. E tudo isso, somado a outras barbaridades, viemos descobrir hoje que tem que ser pago por meio das auras nas reencarnações, em que cada participante é chamado a suportar e resolver o seu quinhão de culpas nisso, porque disso nasceu a existência de tanta doença e sofrimento no mundo.

Extraído de áudio do Mestre Luigi em seu programa da rádio Litáurica.

sábado, 22 de novembro de 2025

O Catolicismo e o Santo Império Romano

O catolicismo romano tem no seu sector e liderança pessoas ilustres, cultas, dignas de bom relacionamento que, no entanto, devido as suas origens foram enganadas.

O papado não é como fazemos ideia que seja, mas é uma fraude, desenvolveu-se gradativamente sustentada a princípio pelo Império romano. Não teve legitimidade de nascimento, não foi instituído por Cristo é intruso no mundo e no cristianismo, não se enquadra na Bíblia. É somente identificado na Bíblia como ponta pequena (Daniel 7.8).

De modo geral no Brasil, há duas igrejas em evidência, a católica romana e as demais. Enquanto o catolicismo que veio com os conquistadores, se estrutura como uma ordem religiosa, sob a direção de um chefe visível, que seria o papa, as demais igrejas cristãs, apresentam-se como um todo, com uma só dependência, a mesma Bíblia que aceitam como a palavra de Deus.

Nota-se ainda que o católico e os demais creem na santíssima Trindade, Deus o Pai, o Filho e o Espirito Santo. Compartilham da doutrina de que Cristo é o salvador pelo seu ressurgimento da morte. E todas as igrejas ensinam a existência do céu e do inferno, porque na prática todas seguem esse livro que foi elaborado simplesmente com o propósito de fazer acreditar na legitimidade da igreja, como, porém, nunca foi.

Nos primeiros séculos houve uma única comunidade cristã. Uma comunidade. E a igreja cristã nasceu depois e recebeu o nome de Católica, no Concílio de Constantinopla, presidido pelo imperador romano Teodósio no ano 381. Apostólica ela não é. Também não é Universal. É romana. Onde o catolicismo começou a tomar forma, quando no ano 313, o imperador Constantino “Romano”, decidia aproveitar-se desta comunidade para concentrar e formar uma religião latina, para contrabater as várias do inimigo e seus templos, que constituíam a base religiosa do Império realizado em territórios ocupados. Onde podia dominar os homens, mas não os seus espíritos. Constantino construiu a igreja do Salvador. E no século XV, foi destruída para dar lugar a Basílica de São Pedro.

Naquele tempo ninguém supunha que São Pedro fora papa. Ele era casado e não teve ambições temporais.

Até o século V, todos os bispos eram chamados assim, como papas. O papa Nicolau I, no ano 858 -867, foi o primeiro a usar a coroa, pois este bispo, serviu-se de documentos falsificados, que antecipavam o nascimento da igreja, que era recente, para torná-la coisa antiga, ser chefe dela e formar uma tradição. Foi mais um dos embustes do catolicismo, que alterando a história, criavam poder temporal, que serviu de base para fazer as leis canônicas e até alterar a própria Bíblia das igrejas, porque enfim todos sem suspeitar o engano, acabaram usando-a.

O status do Vaticano, entretanto nasceu com Estevão II, ano 741-752, que instigou Pepino, o Breve e o seu exército a conquistar territórios na Itália para doá-los a igreja. Carlos Magno, seu filho, confirmou essa doação no ano 774, elevando o catolicismo a posição de estado, onde nasceu o Santo Império Romano, sob a autoridade do Papa Rei, que durou até 1.870, quando Vitor Emanuel II, tornando-se rei da Itália, derrotou as tropas do Papa, pondo fim ao Santo Império Romano, que de santo não tem nada e nunca teve. Isso aconteceu no dia 20 de setembro de 1870.

Sem sustento legítimo, por estarem espiritualmente desacreditados, os papas e a igreja sempre tiveram que sustentar o blefe, e para isso negociando santos e cargos eclesiásticos e outros trambiques, canalizaram para os seus cofres quantias fabulosas.

Além de venderem relíquias e pedaços da cruz, negociam perdão dos pecados mediante indulgências e amedrontam seus fiéis com o fogo do purgatório, que criaram prometendo, entretanto, aliviar essas situações com missas pagas.

O Papa João XXIII, do ano 1410, cobrava impostos até dos prostíbulos.

O dominicano Johann Tetzel tornou-se famoso vendendo um documento oficial que dava o direito de antecipar os pecados.

O purgatório é um nervo exposto da igreja, não querem que se toque, mas esse dogma no dizer do historiador César Cantú, é a galinha dos ovos de ouro da igreja. E o ex-padre Huberto Rohden, confirma dizendo que com este expediente, a igreja católica recolhe por dia em todo o mundo, 500 milhões de dólares.

Extraído de áudio do Mestre Luigi em seu programa da rádio Litáurica.

domingo, 16 de novembro de 2025

PERÍODO ELEITORAL NO BRASIL

 

Está se preparando um novo período eleitoral para o Brasil, e preparam-se os candidatos a disputar o novo governo com a onda de agora, que é governar o país em nome de Deus. Alguns já tentaram eleger-se antes em nome de Jesus, não deu certo e voltam em nome do pai Dele agora. Mas não é muita cara de pau?

Há muito tempo os homens costumam descarregar a culpa da sua incapacidade para Deus. E se vê assim que apesar dos tempos adiantados, ainda não souberam evoluir. Daí por que votá-los?

Se já de início de conversa não sabem apresentar ideias mais inteligentes, irão esconder atrás da dignidade a sua incapacidade.

Por que não se escolhem aqueles que saibam apresentar ideias capazes de amenizar, os muitos problemas sociais que ainda afligem esse país?

E se não possuem currículo para provar a sua capacidade, por que o povo perde tempo atrás desses concussionários?

Certamente existem pessoas capazes, mas vejam as qualidades antes de votá-los, pois falando muito de Deus, já deveria ser um bom motivo para desclassifica-los.

Rezar não paga dívidas, e apelar a Deus já é covardia. Porque Deus é a criação que já presenteou muito bem este país, veja a sua natureza, há de tudo e do melhor. Na sua natureza reflorescem as maiores riquezas, há continuação de safras, não falta nada ao seu povo para ser feliz. Só é preciso uma boa administração. Seria até uma afronta pedir mais, já que há lugares no mundo com geadas o ano inteiro, rígidos e longos invernos e outros com o solo tão pobre rachado há séculos, onde na terra mesmo já se encontram até as paisagens lunares.

Neste país ainda se enxerga que há muitos pobres, desemprego, fome, secas, desabrigo, mas será que ninguém vê que em tudo isso, só há uma má distribuição de recursos? Este sistema veio a ser implantado acompanhando a primeira cruz que enfiaram nesse chão. Quando chegou aqui a igreja implantou um condicionamento que mudou um sistema bem mais avançado que aqui já existia há muito tempo. Chegou e implantou à violência que até agora somente degenerou.

Daí nasce uma sugestão Litáurica no sentido de criar uma reforma, que já a partir do próximo governo afaste todos os padres e pastores e o condicionamento de tudo que lembre uma cruz nessa terra. Pois me lembro há pouco tempo ter visto um bispo de Aparecida dando uma entrevista na televisão, dizendo: “Ainda bem que existem tantas dificuldades neste país, porque assim as pessoas lembram de pedir ajuda a nossa senhora.” Estava feliz, já que certamente o santuário tinha recolhido naquele dia uma boa feira.

Ensinar aos jovens os valores reais, para deixar que voltem a aflorar os conceitos da antiga sabedoria que ainda não se perdeu. Dos que já souberam cuidar por tanto tempo desta terra, respeitando e protegendo a natureza e a felicidade. Porque certamente não teriam tolerado uma conversa dessa.

Parem então de falar de Deus a toda hora, mas tornem-se o povo de Deus como já foi. Regenerem a sua flora, os seus campos, as florestas, voltando a ser novamente o país da felicidade, como já foi conhecido antes da vinda do clero.

Sejam um país guia e não mais guiado de fora.

Deixem que baixem assim as novas bençãos, parando de gritar ao vento que aqui dominam outros deuses, das imagens, dos santuários e dos que mais se parecem com urubus e não guias espirituais.

Aprendam a respeitar novamente o já tem e essa terra reflorescerá novamente para distribuir alegrias e fartos alimentos ao seu povo, tão materiais de que espirituais.

E os que pensam em reverter estes fatos, que do alto já foram determinados, os que duvidam que esse país já foi grande e berço de um povo feliz. Vejam em Brasília, onde haverá uma exposição de provas históricas para apresentar ao mundo, não mais um país de 500 anos, mas de 50.000, que há 500 anos foi atacado, escravizado para suprimir sua antiga cultura e condicioná-lo a uma cruz, que veio ainda escraviza-lo empobrecendo todo o seu povo.

Extraído de áudio do Mestre Luigi em seu programa da rádio Litáurica.

terça-feira, 28 de outubro de 2025

PAPA JOÃO XXIII (1410-1415)

 Foi corsário na mocidade, mas depois estudou na Universidade de Bolonha. Entrou no serviço da Igreja Católica durante o pontificado de Gregório XII (1406–1415). Cardeal em 1402. Eleito e sagrado em Bolonha, em 1410, para suceder ao antipapa Alexandre V, o primeiro papa cismático eleito em Pisa, de cuja morte seus inúmeros desafetos sempre o acusaram de não ser de todo inocente. Foi sua eleição reconhecida com a adoção do nome de João XXIII, pela França, Inglaterra, parte da Itália e no Sacro Império.

Vários historiadores atribuem sua ascensão ao trono pontifício por influência e ingerência direta do rei Luís II, Duque de Anjou, que buscava a todo custo controlar o poder dos Papas.

O ano de 1410 apenas refletiu um período particularmente conturbado para a Igreja; um Grande Cisma enchia de dúvidas toda a Cristandade com o aparecimento de até três papas (o de Roma, o de Avinhão e o de Pisa).

Levado a Roma pelas armas do rei Ladislau de Nápoles, foi aclamado enfim pelos seus partidários como o pontífice João XXIII, o bispo de Roma, Vigário de Cristo na Terra. Não foi papa legítimo. Seu nome e seu retrato figuram nos catálogos e medalhões, devido às dúvidas de então. Aliado a Luís II de Anjou, lutou contra o rei da Sicília e opôs-se a Gregório XII, papa legítimo de Roma, e a Bento XIII, antipapa de Avinhão.

Reuniu um Concílio em Roma, em 1413, no qual condenou os livros de John Wycliffe.

Em 1414, inaugurou o Concílio de Constança, que de tão solene e grandioso para a Cristandade, contou com a proteção do piedoso imperador Sigismundo. Chegou ao evento, o antipapa João XXIII com magnificente cortejo. Vendo-se, porém, alvo de justas recriminações, fugiu disfarçado. Retratou-se depois de seu erro, submetendo-se à decisão do Concílio de Constança que terminou com o Grande Cisma do Ocidente. Foi deposto e aprisionado no ano seguinte, 1415.

Libertado em 1418, reconheceu Martinho V como verdadeiro Papa e, retornando do Sacro Império, onde estivera encarcerado desde sua deposição, foi ele nomeado Cardeal-bispo de Frascati e deão do Sacro Colégio.

Baldassare Cossa viveu até o final de seus dias dignamente como Cardeal e morreu em 1419, sendo sepultado com honras em Florença. O Vaticano reconhece sua sucessão por Martinho V em 1417.

O outro antipapa, Pedro de Luna, que se intitulava Bento XIII, perseverou no cisma, embora o imperador Sigismundo tivesse ido pessoalmente procurá-lo na Espanha para sanar o erro. Morreu em 1424, na sua "Corte pontifícia", nomeando novos "Cardeais".

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Antipapa_Jo%C3%A3o_XXIII

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

O CIRCULO DE NOSSAS ALIANÇAS

 Irmãos meus, no mundo em que habitais, as influências do círculo de vossas alianças e a cegueira do espírito não permitem ao pensamento elevar-se até os deliciosos gozos da espiritualidade. Ele não é capaz de desprender-se dos objetos materiais e poucas vezes lhe é dado meditar sobre a potência de Deus, sentindo-se em seguida desviado pelas aparentes contradições recolhidas no mesmo seio da natureza terrestre; mas a força da graça está aí, a luz de Deus fende as trevas, a vontade do espírito despedaça o jugo que o aprisiona. Então, o espírito humano, pobre ainda, porém resolvido a conquistar seu engrandecimento, rasga o véu que lhe esconde a adorável imagem de Deus.

Jesus de Nazareth

Vida de Jesus ditada por Ele mesmo, pág. 168