O catolicismo romano tem no seu sector e liderança pessoas ilustres, cultas, dignas de bom relacionamento que, no entanto, devido as suas origens foram enganadas.
O papado não é como fazemos ideia
que seja, mas é uma fraude, desenvolveu-se gradativamente sustentada a
princípio pelo Império romano. Não teve legitimidade de nascimento, não foi instituído
por Cristo é intruso no mundo e no cristianismo, não se enquadra na Bíblia. É
somente identificado na Bíblia como ponta pequena (Daniel 7.8).
De modo geral no Brasil, há duas
igrejas em evidência, a católica romana e as demais. Enquanto o catolicismo que
veio com os conquistadores, se estrutura como uma ordem religiosa, sob a
direção de um chefe visível, que seria o papa, as demais igrejas cristãs, apresentam-se
como um todo, com uma só dependência, a mesma Bíblia que aceitam como a palavra
de Deus.
Nota-se ainda que o católico e os
demais creem na santíssima Trindade, Deus o Pai, o Filho e o Espirito Santo.
Compartilham da doutrina de que Cristo é o salvador pelo seu ressurgimento da
morte. E todas as igrejas ensinam a existência do céu e do inferno, porque na
prática todas seguem esse livro que foi elaborado simplesmente com o propósito
de fazer acreditar na legitimidade da igreja, como, porém, nunca foi.
Nos primeiros séculos houve uma
única comunidade cristã. Uma comunidade. E a igreja cristã nasceu depois e
recebeu o nome de Católica, no Concílio de Constantinopla, presidido pelo
imperador romano Teodósio no ano 381. Apostólica ela não é. Também não é
Universal. É romana. Onde o catolicismo começou a tomar forma, quando no ano
313, o imperador Constantino “Romano”, decidia aproveitar-se desta comunidade
para concentrar e formar uma religião latina, para contrabater as várias do
inimigo e seus templos, que constituíam a base religiosa do Império realizado em
territórios ocupados. Onde podia dominar os homens, mas não os seus espíritos.
Constantino construiu a igreja do Salvador. E no século XV, foi destruída para
dar lugar a Basílica de São Pedro.
Naquele tempo ninguém supunha que
São Pedro fora papa. Ele era casado e não teve ambições temporais.
Até o século V, todos os bispos
eram chamados assim, como papas. O papa Nicolau I, no ano 858 -867, foi o
primeiro a usar a coroa, pois este bispo, serviu-se de documentos falsificados,
que antecipavam o nascimento da igreja, que era recente, para torná-la coisa antiga,
ser chefe dela e formar uma tradição. Foi mais um dos embustes do catolicismo,
que alterando a história, criavam poder temporal, que serviu de base para fazer
as leis canônicas e até alterar a própria Bíblia das igrejas, porque enfim
todos sem suspeitar o engano, acabaram usando-a.
O status do Vaticano, entretanto nasceu
com Estevão II, ano 741-752, que instigou Pepino, o Breve e o seu exército a
conquistar territórios na Itália para doá-los a igreja. Carlos Magno, seu filho,
confirmou essa doação no ano 774, elevando o catolicismo a posição de estado,
onde nasceu o Santo Império Romano, sob a autoridade do Papa Rei, que durou até
1.870, quando Vitor Emanuel II, tornando-se rei da Itália, derrotou as tropas
do Papa, pondo fim ao Santo Império Romano, que de santo não tem nada e nunca
teve. Isso aconteceu no dia 20 de setembro de 1870.
Sem sustento legítimo, por
estarem espiritualmente desacreditados, os papas e a igreja sempre tiveram que
sustentar o blefe, e para isso negociando santos e cargos eclesiásticos e
outros trambiques, canalizaram para os seus cofres quantias fabulosas.
Além de venderem relíquias e
pedaços da cruz, negociam perdão dos pecados mediante indulgências e amedrontam
seus fiéis com o fogo do purgatório, que criaram prometendo, entretanto,
aliviar essas situações com missas pagas.
O Papa João XXIII, do ano 1410,
cobrava impostos até dos prostíbulos.
O dominicano Johann Tetzel tornou-se famoso vendendo um documento
oficial que dava o direito de antecipar os pecados.
O purgatório é um nervo exposto
da igreja, não querem que se toque, mas esse dogma no dizer do historiador César Cantú, é a galinha dos ovos de
ouro da igreja. E o ex-padre Huberto Rohden, confirma dizendo que com este
expediente, a igreja católica recolhe por dia em todo o mundo, 500 milhões de
dólares.
Extraído de áudio do Mestre
Luigi em seu programa da rádio Litáurica.