Está se preparando um novo período
eleitoral para o Brasil, e preparam-se os candidatos a disputar o novo governo
com a onda de agora, que é governar o país em nome de Deus. Alguns já tentaram
eleger-se antes em nome de Jesus, não deu certo e voltam em nome do pai Dele
agora. Mas não é muita cara de pau?
Há muito tempo os homens costumam
descarregar a culpa da sua incapacidade para Deus. E se vê assim que apesar dos
tempos adiantados, ainda não souberam evoluir. Daí por que votá-los?
Se já de início de conversa não
sabem apresentar ideias mais inteligentes, irão esconder atrás da dignidade a
sua incapacidade.
Por que não se escolhem aqueles que
saibam apresentar ideias capazes de amenizar, os muitos problemas sociais que
ainda afligem esse país?
E se não possuem currículo para
provar a sua capacidade, por que o povo perde tempo atrás desses
concussionários?
Certamente existem pessoas
capazes, mas vejam as qualidades antes de votá-los, pois falando muito de Deus,
já deveria ser um bom motivo para desclassifica-los.
Rezar não paga dívidas, e apelar
a Deus já é covardia. Porque Deus é a criação que já presenteou muito bem este
país, veja a sua natureza, há de tudo e do melhor. Na sua natureza reflorescem
as maiores riquezas, há continuação de safras, não falta nada ao seu povo para
ser feliz. Só é preciso uma boa administração. Seria até uma afronta pedir
mais, já que há lugares no mundo com geadas o ano inteiro, rígidos e longos
invernos e outros com o solo tão pobre rachado há séculos, onde na terra mesmo
já se encontram até as paisagens lunares.
Neste país ainda se enxerga que
há muitos pobres, desemprego, fome, secas, desabrigo, mas será que ninguém vê
que em tudo isso, só há uma má distribuição de recursos? Este sistema veio a
ser implantado acompanhando a primeira cruz que enfiaram nesse chão. Quando
chegou aqui a igreja implantou um condicionamento que mudou um sistema bem mais
avançado que aqui já existia há muito tempo. Chegou e implantou à violência que
até agora somente degenerou.
Daí nasce uma sugestão Litáurica no
sentido de criar uma reforma, que já a partir do próximo governo afaste todos
os padres e pastores e o condicionamento de tudo que lembre uma cruz nessa
terra. Pois me lembro há pouco tempo ter visto um bispo de Aparecida dando uma
entrevista na televisão, dizendo: “Ainda bem que existem tantas dificuldades
neste país, porque assim as pessoas lembram de pedir ajuda a nossa senhora.”
Estava feliz, já que certamente o santuário tinha recolhido naquele dia uma boa
feira.
Ensinar aos jovens os valores
reais, para deixar que voltem a aflorar os conceitos da antiga sabedoria que
ainda não se perdeu. Dos que já souberam cuidar por tanto tempo desta terra,
respeitando e protegendo a natureza e a felicidade. Porque certamente não
teriam tolerado uma conversa dessa.
Parem então de falar de Deus a
toda hora, mas tornem-se o povo de Deus como já foi. Regenerem a sua flora, os
seus campos, as florestas, voltando a ser novamente o país da felicidade, como
já foi conhecido antes da vinda do clero.
Sejam um país guia e não mais guiado
de fora.
Deixem que baixem assim as novas
bençãos, parando de gritar ao vento que aqui dominam outros deuses, das
imagens, dos santuários e dos que mais se parecem com urubus e não guias
espirituais.
Aprendam a respeitar novamente o
já tem e essa terra reflorescerá novamente para distribuir alegrias e fartos
alimentos ao seu povo, tão materiais de que espirituais.
E os que pensam em reverter estes
fatos, que do alto já foram determinados, os que duvidam que esse país já foi
grande e berço de um povo feliz. Vejam em Brasília, onde haverá uma exposição
de provas históricas para apresentar ao mundo, não mais um país de 500 anos,
mas de 50.000, que há 500 anos foi atacado, escravizado para suprimir sua
antiga cultura e condicioná-lo a uma cruz, que veio ainda escraviza-lo
empobrecendo todo o seu povo.
Extraído de áudio do Mestre
Luigi em seu programa da rádio Litáurica.
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