terça-feira, 25 de junho de 2013

CARMA

Pela LITÁURICA, o carma é um encanto que prende a alma e lhe regula as reencarnações. Dos tempos de vida aos traços intelectuais, agindo na base da vida, determina onde e quando e como se vai nascer novamente. E na base da sua constituição, criada na somatória de todas as ações cometidas nas reencarnações anteriores, bem como nos recessos espirituais. Onde se pode dizer que o registro do carma está espraiado na energia cósmica e nos fatos da aura. Pode-se dizer ainda que seja impessoal, pois é computado na base das regras morais, e na soma das suas infrações, vem automaticamente, onde cada um recebe somente a consequência que merece em função das suas próprias ações passadas.

A crença atávica era uma religião que vinha determinada em culto e fé, a manifestação da doutrina estava no culto, envolvendo preceitos morais e éticos: - “a virtude do homem prestava assim ao seu deus o culto que lhe achava devido”. O templo sempre foi destinado ao culto religioso em todos os tempos. Era uma fórmula certa para influenciar pessoas e ganhar dinheiro à custa dos desprovidos, e na igreja, realizavam-se sessões de recordação eterna. Os lugares e os rituais eram misteriosos, condicionantes e respeitáveis, de ações memoráveis, das grandes missas, casamentos, enterros, etc. 

Na religião LITÁURICA não há templos e sua doutrina está na razão e harmonia com a Criação de Deus; o templo da sua moral deve estar na casa em que o litáurico mora, e passar para a sua rua, seu bairro, sua cidade, o seu país. As suas obrigações são com o respeito pela vida, e na fé que o homem deve ter para com o verdadeiro Deus, presente com Suas leis de justiça em todo lugar; prega que, se o homem não precisa ir a templo nenhum para respirar a vida, não deve ir a lugar nenhum para encontrar o Deus da vida porque já vive nele, pois este é o seu templo.

Assim o litáurico é o verdadeiro espiritualista, porque não vai atrás das ilusões. Compreende que o deus do amor e perdão fácil é aquele da ilusão de que muitos gostam, é aquele vendido aos que não têm a coragem de encarar-se em suas realidades, pois sabe ele que normalmente são pessoas atuadas, assim não se condiciona a ninguém, e em particular, tem os seus livros, que lhes são testemunhas da sua doutrina, das consultas e orações das “Legiões LITÁURICAS”.


Do Livro “O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA”

sábado, 22 de junho de 2013

O ESTÁGIO DA VIDA

Quem disse que as almas não sofrem com o fogo também mentiu, porque os que não sofrem com as chamas são os espíritos de luz. As almas, quando ainda são impuras e bastante influenciadas pelas atrações exercidas pela posse de coisas da matéria, sofrem com o fogo e muitas vezes não podem desprender-se facilmente do corpo que morre e, em caso de obsessão, só no momento extremo se desprendem da aura, onde se abrigaram para realizar as suas cobranças. As pessoas em suas vidas devem observar as boas regras morais e não submeter-se simplesmente aos símbolos, crendices e idolatrias. Devem cuidar de não fazer novas dívidas cármicas ou espirituais, e quando já tenham destas cobranças na aura, torná-las prioritárias sobre tudo. Essas cobranças se descobrem através da fotografia da aura ou pela sintomática que isso comporta, pois podem afetar as relações afetivas, a saúde física, emocional e mental, comportando mediunidade, levando a pessoa assim a padecer na vida, no sofrimento da miséria moral e na doença, conforme as razões que no passado originaram tal ódio e perseguição.

A vida é um puro estágio educativo dentro da eternidade do espírito. Muitos não enxergam assim. Porém, ninguém dentro dela é chamado a candidatar-se a paraísos de favores, todos são chamados a moldar-se no santuário do espírito. Todos são chamados ao máximo aproveitamento dos valores mentais e oportunidades trazidas, no desabrochamento das sementes que trouxeram assim do seu passado para esta nova vida. O trabalho incessante pelas boas obras lhes constitui resgate, prova ou crescimento mental, na aquisição de novos méritos de luz, para a vida imperecível. Cada criatura nasce na crosta da terra para destronizar os ídolos que deixaram crescer precedentemente em si mesmos, e enriquecer-se dos valores ganhos através do serviço à coletividade.

As velhas religiões, que com os seus antigos conceitos foram praticamente aquelas que geraram todo o atraso espiritual existente, sendo basicamente ainda a própria causa da seleção atual, deverão desaparecer. Pois todas já foram espiritualmente revogadas. O ser humano da atualidade deve ser consciente disso e mais responsável, deve lutar para resgatar o seu passado, pois agora pode compreender as leis de causa e efeito, pelas quais basicamente pode gerar o seu progresso, combinado ao espiritual que lhe interessa, que ocorrerá somente observando as regras da caridade social. A caridade, que não se resolve somente pagando os impostos devidos, mas fiscalizando para que estes recursos sejam também bem administrados e bem aplicados. Quem mais tem, porque mais recebeu de qualquer forma justa que seja mais responderá diante de todo o sistema social, quer seja pelos bens que recebeu, quer seja como os que estes lhe comportam, pois esta pode ser considerada um tipo de responsabilidade, que somente absolvendo-a assim, cumprirá a sua parte na “Lei de Amor”.

Pelo amparo potencial real dado assim aos que menos têm, é que ele virá a justificar este conceito da sua caridade, que não é uma esmola ou uma doação para um ente ou uma igreja, mas um contexto bem real e eficiente quando é direcionado ao melhoramento da sociedade. Discutia-se a existência da reencarnação, não acreditavam, mas as pessoas, ao morrerem, sempre encontraram estas contas. E descobriam lá que só perdiam a casca grossa do corpo e iam renascer. Perdiam o papel que representavam e devendo voltar, voltavam em sua hora, para completar assim o aprendizado iniciado no estágio anterior. E por causa de seu atraso faziam terços e romarias, participavam de cultos e adoravam deuses inexistentes, faziam o culto das imagens, pediam e compravam perdões, que de nada lhes servia, pois assim não iam a lugar algum, porque viviam somente as leis das consequências de causa-efeito.

Do Livro “O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA”

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O ESPÍRITO

Espírito é uma partícula que nasce em algum lugar, é energia pura combinada com uma vida simples, com a matéria, em qualquer tempo... Combina-se, em sucessão, a formas mais complexas, que do mundo vegetal passam ao mundo animal, até chegar à etapa evolutiva seguinte do ser humano e prosseguir depois desta para esferas mais elevadas. Nasce na Natureza unicelular e depois começa a ser acompanhado pelos Campos Superiores e multiplicando as células, passa a fases mais evoluídas para desenvolver tarefas sempre maiores e mais complexas. Sabemos que tendo de alcançar 100, supondo que esta percentagem seja o total da que se poderá realizar no estágio humano da terra, podemos alcançar, no máximo, três deste montante em cada encarnação.

Considerando os erros, no seu livre arbítrio, é evidente que a somatória destes irá diminuir a percentagem, pois cada erro deverá ser compensado e isto não produz avanço, mas estaciona ou atrasa a evolução. Em teoria pode-se atingir 100 em 33 ou 34 vidas. Na prática, segundo aqueles que realizam estes estudos, completa-se o estágio evolutivo por volta das 108 encarnações na Terra.

A partir da primeira encarnação, o espírito tem as melhores possibilidades na vida material, porquanto não tendo carma ainda, nada o impede de alcançar posições elevadas, pois estas se lhe constituem como provas, já de início, que se não souber balancear, implicarão condições de vidas sucessivas, mais ou bem mais penalizadas e, de consequência em consequência, até chegar a ser influenciado na forma mediúnica com a cobrança na aura.

Muitos são levados a considerar que quem goza das melhores posições na vida seja um espírito mais evoluído, mas quando não é carma, é ausência dele. A combinação espiritual com o seu casulo humano, quando sai da Natureza vem perfeita, mas a partir daí irá atrasar-se perdendo o brilho conforme as consequências dos seus atos, para voltar a recuperar-se em qualquer tempo, gradualmente, corrigindo e compensando, um a um, os seus próprios erros, elevando, nos sofrimentos, as virtudes e a sensibilidade, que o impelirão a submeter-se à vontade de Deus e aí se livrará definitivamente da reencarnação, até lá forçada. Com a neutralização do carma, desprendimento e aceitação da vontade superior, termina o ciclo evolutivo na Terra e o espírito só poderá voltar a reencarnar aqui quando voltem a existir razões para estas correções.

Alcançando a evolução do estágio Terra, o espírito passa para outras esferas, tendo maiores participações no governo da criação, pois há bilhões de planetas, sem ou com humanidades menos e mais evoluídas, mas até lá fica ligado à dimensão humana e nada do que ele possa fazer altera o seu carma que deverá ser cumprido até o último jota, mas os próprios recursos e as faculdades que possui no emocional para auto sustentar-se o levam ao autocondicionamento que pode inferiorizá-lo, e virá a ser condicionado pela sua sensibilidade desenvolvida no sofrimento, e, neste sobe e desce, acaba evoluindo. Até lá poderá passar por muitos estágios que sempre o prenderão às mesmas condições, e às dimensões espirituais da metafísica. Evidenciam-se aí duas formas evolutivas, uma forçada e vinculada ao sofrimento e a outra ligada ao bom senso, do “Orai, vigiai e instruí-vos”, com que Jesus ensina: - “Quem muito ama já ora, quem muito amou, já orou”, convidando a boa obra ou a caridade praticada no contexto da participação social para ensinar como crescer no espírito sem abusar do direito alheio, dos componentes da criação e ainda, ajudando a reencontrar a dignidade daqueles que as dificuldades aquietaram. Para cada ação produzida, além da obrigação, virá a ser descontada uma ação futura da correção cármica de igual intensidade que possa ser cobrada nos negócios, na saúde ou na simples dificuldade.

Cada ação provoca uma reação, e para cada ação na vida haverá uma consequência que poderá ser gozada ou sofrida, e de início, como correção, haverá dificuldade, depois virá o sofrimento da carne, até a doença da alma, em que o espírito é atacado pelas pragas que ele mesmo gerou no seu passado.

A paixão é irracional e, quando passa à dimensão do túmulo, fica, e suas consequências são os próprios espíritos envolvidos que se encarregam de apaziguar na lei de Talião. Daí nascem os fatos mediúnicos, que, gerando extra sensos, levam muitos ao engano na sua exploração, mas, passando a interferir com o plano metafísico, as consequências são aplicadas na regressão do espírito, isto é, regride no casulo humano para estágios inferiorizados e gradualmente a estágios inferiores até envolver o espírito. Pelas regras naturais, esta é uma irregularidade, pois a vida é progresso. Mas, no momento, há necessidade de regenerar até os próprios espíritos, que já foram melhores nas suas primeiras encarnações humanas.

Daquilo que conhecemos sobre a mediunidade do passado, pode-se considerar o fenômeno até como faculdade restrita a poucas pessoas que vieram a se destacar com suas obras filosóficas, como Sócrates, Pitágoras, ou grandes façanhas como Moisés, ou uma dessas figuras míticas bíblicas que falavam com Deus. Mas hoje a situação se inverteu, pois, se fosse feita uma verificação, iria se encontrar uma categoria de espíritos que não têm nada para ensinar, sendo simples portadores de paixões, justamente por falta de conhecimentos, e de sentimentos de compaixão, compreensão, humildade, e que, movidos pelo instinto, não sabem perdoar.

Jesus já dizia: “Não pode haver discriminações na família de Deus”, apesar disso, muitos sofrem por não terem entendido o conceito no seu passado, onde estas diferenças já começaram na discriminação entre o homem e a mulher.

Do Livro “O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA”

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O ABORTO

Lá onde reside o espírito maior, não há doenças, nem dores, nem separações... Entretanto o espírito menor não pode sentir-se feliz e quer voltar à Terra e reencarnar, e pode provocar uma violência para renascer, especialmente nas dimensões cármicas das perseguições, onde se alojam muitos...

O aborto é uma violência física com o corpo da mulher, mas também a geração de uma criança comporta, muitas vezes, uma violência, portanto deveria ser exclusivo direito desta mulher envolvida opinar sobre a sua situação. Entretanto todos se metem, todos ensinam todos lhe dão palpites, especialmente aqueles que se elegem defensores da moral e nem sabem o que isso significa realmente. Como um sacerdote, o que ele sabe sobre ter filhos? Ele nisso mostra a sua moral, pois defende a postura da igreja, que é aquela de não perder nenhuma oportunidade para sobrecarregar a pessoa de problemas, para que esta não tenha descanso e não possa investir em si mesma e vencer o atraso e as condições de dependência dos milagres, nos quais a igreja se apoia para prolongar a sua sobrevivência.

A geração de uma nova vida é um contexto complexo de responsabilidades, e há necessidade de evitar abortos, controlando a situação com anticoncepcionais, mas muitas vezes a condição é fruto de uma situação particular e anterior, entre a mãe e o espírito que quer vir a ser posto no mundo por ela. O sacerdote não tem nada a ver com isso, e muito menos, quando este próprio espírito peça para interromper a gravidez, porque alguma coisa saiu errada e poderá haver futuras complicações, pois há muitos que são simples encostos espirituais da aura, que tentam reencarnar daí diretamente e muitos conseguem. Não é sempre assim, mas muitas vezes as ligações são assim, antigas e íntimas, muito mais de que outras pessoas possam pensar e, sendo assim, é a mulher que saberá o que é melhor para ela e ninguém mais. Quando for uma mulher esclarecida.

Do Livro “O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA”

terça-feira, 18 de junho de 2013

AS CONSEQUÊNCIAS

Quem falou para você que, o que se faz, se ninguém vê, não tem consequências nesta vida? Só porque ninguém vê aquilo que se possa fazer de errado, ninguém vai saber se esta ação não chegar a ser percebida? Se ninguém sofre suas consequências, pode estar tudo bem, mas se alguém vai incomodar-se e alguém vai sofrer por esta ação, haverá as consequências proporcionadas, pois tudo é registrado na aura e assim será elaborado o carma. A lei da causa e efeito agirá no carma, e este irá influenciar o futuro.

Tudo aquilo que se fizer e que incomodar alguém, é uma semente plantada, da qual seremos forçados a colher o fruto. Estas sementes demoram a germinar, mas o seu fruto é nosso, em qualquer tempo. Se semearmos o bem, receberemos o bem. Se semearmos o mal, receberemos o mal. Olho por olho, dente por dente. Sofreremos o mesmo desgosto que provocarmos, em qualquer tempo.

Quantas vezes, abrindo o evangelho Selon ao acaso, nas funções da Mesa LITÁURICA ou em outras sessões de tratamento que praticava também em hospitais, não me deparei com a parábola do Festim de Núpcias, que fala de um rei que, para as núpcias de sua filha, mandou aprontar um grande banquete, e mandou os seus mensageiros chamar aqueles que foram convidados. Mas estes convidados não foram para a festa, uns estavam presos em seus afazeres e seus negócios, outros ultrajaram e até mataram os mensageiros. Então o rei mandou seu exército para exterminá-los e depois mandou convidar novamente até que teve os seus convidados a honrar a sua festa, pois chamou muitos, mas poucos foram escolhidos. Nesta parábola Jesus fez uma alegoria proporcionando o rei como se fosse Deus, que manda os seus profetas a convidar as pessoas para o seu banquete, que seria o céu. Mas os convidados ultrajam e ofendem os profetas, então o rei manda castigá-los e tudo mais.

No entanto, esta parábola tem mais de 2000 anos e como muita coisa dos evangelhos foi alterada, imagino que possam ter feito nela alguns retoques, mas a essência dos seus dizeres não foi alterada e a partir disso vamos considerá-la. Jesus se põe como mensageiro de Deus como os antigos profetas da bíblia e por quanto conhecemos, podemos continuar dizendo que havia outro também, e os dois foram ultrajados e mortos. Eles vieram convidar o povo, mas este não queria ouvir e não reconheceu neles o mandado divino, e só depois veio a arrepender-se, mas o mal estava feito e o castigo já estava desencadeado.

Até os homens virem a ser chamados novamente, tiveram que purificar-se bastante. Pois até hoje, este planeta foi de expiações e provas, e a vida aqui ainda não é feliz, pois quantos são os que até hoje ainda amargam no sofrimento? Então o castigo de Deus vem a ser profetizado em "mil e não mais mil anos", não chegando a dois mil. O rei manda outra vez seu mensageiro a convidar ao seu banquete. Mas agora Seu banquete tem outro significado. Quem aceitar o convite vai ficar aqui neste planeta, que vai se acertar como proporcionador de vida feliz, e os outros serão lançados nas trevas exteriores; "onde haverá prantos e ranger de dentes, porque muitos são chamados e poucos os escolhidos".

Essa figura esotérica do mensageiro e profeta, hoje se relaciona com minha pessoa, ao meu papel, pois o Arcanjo, a figura mística conhecida por nós, que está à direita do Pai, isto é à direita de Deus, que não cabe a nós questionar, me veio dizer que estava segurando a chama do amor e a espada da justiça. Nesta veste, através de um médium veio me dizer: "Tu já foste confundido com Cristo. Tu vieste antes do Senhor. Tu és João, o Batista, e quantas vezes já não foste confundido com o Cristo? Cristo quando esteve na terra assumiu o compromisso aos 30 anos no batismo feito por ti mesmo. Não sejas mais este que fugiu para o deserto, pega teu cajado e vai, o teu momento chegou. Agora te foi dada uma religião que começou do nada, de um simples início e tu a realizastes, e de um simples começo já está ganhando força. Não há conveniência nenhuma em fugir novamente, porque tu és hoje, aqui na terra, o nosso Cristo. Tu não terás mais encarnações, os nossos irmãos te pedem para colocar este manto, porque esta fonte de luz apagará todos os intrusos e aqueles que se puserem no teu caminho".

Esta é uma parte da revelação que está escrita no Livro Litáurico, mas aquilo que a sustenta são fatos também, pois uma hora por semana, à tardinha, com alguns voluntários ajudando, e com a fotografia da aura, foram gratuitamente resolvidos, em seis meses, os problemas de um hospital psiquiátrico de duzentos e dez leitos. Ali havia oitenta e oito pessoas internadas, com prazos de internação que variavam no mínimo, de seis até dezoito anos, que não reagiam mais às curas médicas, orações e tudo mais. Foi aplicada a Terapia LITÁURICA e os crônicos foram resolvidos e, inclusive, a terapia foi experimentada positivamente em mais de cinco mil casos resolvidos da mesa LITÁURICA de Interlagos em São José dos Campos / SP.

Terapia LITÁURICA que é aplicada orientada pela fotografia da aura, que assusta porque prova a reencarnação e prova ainda que os problemas vêm do passado a cobrar no presente espiritualmente através das auras. A Terapia LITÁURICA que cura a mediunidade em poucas sessões. Mediunidades que podem levar a internações em hospitais psiquiátricos. E a Terapia LITÁURICA é a LITÁURICA por excelência, porque é o resultado prático da sua assimilação, dos seus conceitos postos na prática, que é aquela que vem a ser oficializada pela Revelação. E o espiritismo Litáurico é outro fato bem diferente, pois é realizado sempre na colaboração das forças espirituais Litáuricas, para ajudar milhares e milhares de espíritos perdidos, provenientes de todas as religiões, a encontrar o caminho da reencarnação.

E a terapia das pedras e cristais é LITÁURICA também porque é Védica, tendo origens na antiga Índia, pois esta terapia e os Vedas tiveram a mesma origem do mesmo autor, que hoje, reencarnado, lhe dá continuação na LITÁURICA com a Litoterapia, a terapia das pedras como fonte de benefícios nas terapêuticas alternativas. Quinze anos de trabalho que trouxeram a Revelação e a definição da LITÁURICA, e muitas provas que atrás da LITÁURICA haveria grandes feitos, pois já de início este autor aparentemente sozinho, devia corrigir o abuso que o homem tinha cometido sobre a religião na Itália.

Quinze anos atrás ninguém conhecia e havia poucos conhecimentos disso, mas hoje se demonstra que só havia necessidade do simbolismo para acionar a partida, pois já há milhões de livros traduzidos nas vinte maiores línguas, que denunciam o abuso dando provas da reencarnação. Realizou-se em pouco tempo aquilo que não foi conseguido em séculos, demonstrando assim que chegou a hora para que as mudanças aconteçam, e que as pessoas se conscientizem disso, tentando se recuperar, porque na LITÁURICA, inclusive, se encontra a forma de como fazê-lo, onde novamente pode-se vir a dizer: "Muitos são os chamados e poucos os escolhidos".

Do Livro “O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA”