segunda-feira, 22 de junho de 2015

05 DE MAIO DO ANO 2000 - FIM DO LIVRE-ARBÍTRIO

Texto extraído do áudio da matéria de rádio do Mestre Luigi.

Ao século Luigi foi encarregado de corrigir o abuso que o homem cometeu sobre a religião na Itália e difundir essa correção pelo mundo afora.

Fui para Itália em 1.986 e fiquei lá três anos e a mando da mesma Espiritualidade voltei para o Brasil para estudar o espiritismo e dar continuação aqui a minha tarefa.

Comecei então a criar a LITAURICA, denunciando também aqui este abuso de onde 1.676 anos atrás, nasceu a igreja católica e a sua bíblia, que veio a ser traduzida e publicada no mundo em 2.167 línguas, dando origem a mais de 1200 crenças erradas todas baseadas no abuso que o plano espiritual mandou revogar e denunciar ao mundo.

Mandaram depois que eu fosse escrever isso, fiz dois livros e um novo Evangelho e quantas destas matérias que fiz e foram passadas no rádio e na internet.

Disseram-me de assumir a pregação e ensinar a matéria como a NOVA RELIGIÃO ÚNICA E UNIVERSAL. E há pessoas que vem falar comigo ou mandam mensagens por e-mail e não deixam de demonstrar seus desapontamentos, pois talvez muitos acham que DEUS não devia fazer isso, sem antes informá-los.

Sei que não é fácil entender, pois é pelo menos inusitado, mas o que eu deveria fazer? Talvez ter um lençol na cabeça ou uma coroa de espinhos na testa e anjos envolta, dar uma de santo, não vamos esquecer que os tempos são outros e hoje já conhecemos que também Jesus era um simples carpinteiro.

Há quem pensa, que talvez eu deveria está trancado em um convento e outros num manicômio. Mas não consideram, que já fui lá dentro para curar muitos daqueles doentes internados. Estas foram inclusive as maiores provas, até indiscutíveis que dei, pois já ABDRUSCHIN escrevia: Que a possessão em forma natural não podia ser tratada por nenhum padre, espírita ou pastores, pois somente uma pessoa especial, um enviado, um espírito de fé pura, de muita força espiritual, poderia fazer isso. Também tem uma matéria que RAMATÍS ditou que diz: O sinal básico do novo enviado estaria na força da sua aura e a minha que tenho como fotografar, me dar esta prova, que acho definitiva quando ainda considerem que também na Mesa da LITAURICA, tenho tratado milhares de possessões como Jesus as tratavam. E que também já tinha anunciado a minha vinda.

É por onde considero aquilo faço, aquilo que simplesmente tenho que fazer, pois o meu espírito está subordinado a uma Autoridade Maior e o meu trabalho se deve a uma evolução que não nasceu neste mundo, mas veio comigo e quem estiver fora disso não pode pretender a minha consideração.

Enfim há profecias lançadas há muito tempo e há quem não as considera, mas a diferença que existe entre eu e esta gente, está no fato de que eu acredito em DEUS e eles só acreditam de conhecer.

Eu sei que faço parte de um contexto que chamo de Criação, que como um todo me agasalha, ma dar o ar que respiro, me alimenta e acredito que sou espírito encarnado feito para servir ao meu PAI Criador, que se manda dizer faz, tenho provas, provas razoáveis que se está tudo certo comigo, tenho que demonstrar e fazer e cabe aos outros avaliar e escolher o que nisso irão fazer.

Não estou sentado em algum trono, mas em uma simples banqueta, não tenho mitra ou pastoral, não sou um chefe de estado, fui feito papa pela espiritualidade, mas não tenho seu salário, pois não procuro o óbolo de São Pedro de $ 50 milhões de dólares que sejam e que João Paulo II recebeu disfarçado, pois me sentiria ridículo assim.

Muitos não conhecem a história e nem o caráter de João o Batista, mas ainda sou o mesmo e lhe digo, não se preocupem comigo, se preocupem consigo mesmos, porque estão desafiando o verdadeiro DEUS, lembrem-se que são espíritos encarnados e as Suas Leis subordinados, que assim irão viver e morrer um dia, quando encontrarão aquilo lhe digo, pois o Juízo o espera e ninguém vai nascer aqui novamente, se não for apostar sua eventual recuperação, pois assim fará sua escolha, se não vão lembrar aquilo que conhecem aqui, se lhe darão importância, simplesmente, também o seu pesar será muito grande, não tenham dúvidas disto.

E já a partir da data da Nova Era é muito importante que isto seja bem anotado: De 5 de maio do ano 2.000, não há mais livre-arbítrio, e quem não considera bem, tudo isso, seja quem for não mais voltará aqui. Havia disposições antigas que não foram atendidas, abusaram do livre-arbítrio e todos irão pagar por não as tê-las considerado.

Há gente que não gosta de ouvir essas coisas e dizem que eu sou muito radical, mas continuem pensando assim e verão que radical é o que lhes irá acontecer, pois eu lhes falaria de coisas estranhas que não combinam com os dogmas que aprenderam, mas continuem os cultos falsos, a idolatria e a superstição e verão que viverão as histórias sobre o inferno que lhes foram ensinadas já na Terra e não esperem por mais nada.

Para não observar as regras da igreja as suas festas, romarias, terços e coisas assim poderão ser perseguidos pelos padres e pastores que assim deverão fechar os seus negócios, mas se não lhe ensinaram sobre a continuação da vida, já provadas nas regressões das vidas passadas, até feitas em hospitais, o jeito é você repensar melhor ou ficará por sua conta.

Na LITAURICA em Interlagos é onde todos os espíritos devem passar para sair das dimensões das auras, para serem encaminhados ou separados, façam parte de qualquer tipo de crença ou religião. Muitos lá agora já choram, mas porque não escutaram?

A igreja foi destronizada em 1.917, pela mensagem da Sra. de Fátima e isso já deu início ao Apocalipse, com a primeira guerra mundial, a igreja recorreu no Astral, mas não fez nada para corrigir-se e foi confirmada sua revogação, nomeando um outro papa no Brasil em 1.995 de onde nasceu a LITAURICA.

Mas a quanto tempo, aquilo que aqui é dito e foi pré-anunciado também em muitos que estão por aí. Nostradamus já falou da seca e Daniel de tudo aquilo que hoje está acontecendo, já estava prevista também por RAMATÍS essa história e há muitos outros, porque não consideraram? Porque as pessoas quando são vivas acreditam saber de tudo só indo atrás da mídia e não simplesmente comprovando o que está certo, pois há muito de errado para corrigir na vista de todos.

Na Mesa da LITAURICA, ensino, mas também lá nunca disse é assim e você deve simplesmente acreditar, perguntem a qualquer litáurico, pois eu sempre lhe digo confira, não acredite simplesmente, pensem, enxerguem, pois quem corre risco é você, pois cada pessoa é um espírito encarnado a caminho da sua evolução e em função de como vive o seu presente é que projeta o seu futuro, onde não receberá o seu prêmio pelo tamanho da sua fé, mas pelas obras que realizou e as suas obras na Terra se referem ao cumprimento das suas obrigações em ordem de importância com os ancestrais, os pais, criando seus filhos assistindo-os e educando-os na forma certa, acertando assim as dívidas naturais trazidas do passado, além daquelas oriundas que sempre aparecem, pois ao mesmo modo receberão sempre o castigo para tudo aquilo que tiverem feito de errado nos confrontos com o seu próximo e a natureza, onde represar o bem-comum sendo este o ar, a água e a terra ou poluir é sempre muito grave.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

PADRE MALACHI MARTIN E 3º SEGREDO DE FÁTIMA

Comentário da Montfort:
Publicamos, hoje, um artigo verdadeiramente sensacional, no sentido pleno dessa palavra.

Embora não se possa, sem risco, dar aval total de credibilidade ao que é contado, permanece indiscutível a verossimilhança do que está dito nesse artigo, verossimilhança provocada pela grande coincidência dos fatos atuais com o que foi narrado de modo romanceado por Malachi Martin, há tantos anos. Só a leitura do Terceiro Segredo de Fátima — ainda não revelado — pode confirmar essa verossimilhança. Particularmente impressionante é o caso da reforma da Capela Paulina promovida por Bento XVI, fato de certo modo corriqueiro, mas ao qual, nos meios vaticanos, se deu uma importância muito acima ao de uma simples reforma de uma capela e de um altar...
Por quê?
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Blog Fides et Forma, quinta Feira, 20 de maio de 2010:
Francesco Colafemmina

Já a alguns dias, estou nos Estados Unidos a trabalho e, hoje, entrando em uma livraria caiu em minhas mãos um livro desconcertante. Trata-se da obra do Padre Malachi Martin que tem por título "Hostage to the Devil", publicado originalmente em 1976, e depois, de novo, em 1992.

Por que esse livro é desconcertante? Muito simplesmente porque o prefácio da sua segunda edição parece ter sido escrita hoje, exatamente apoiado nos fatos destes últimos meses de escândalos de pedofilia no clero católico, de anos atrás ou mais recentes.

O Padre Malachi Martin, foi um jesuíta antigo muito próximo colaborador do Cardeal Bea, durante o pontificado de João XXIII. Em seu livro, ele conta cinco casos típicos de possessões diabólicas, esclarecendo a real existência do Maligno, e aconselhando como evitar a sua penetração em nossas vidas. No prefácio à segunda edição desse seu volume, ele destacava o crescimento do fenômeno do satanismo, sua difusão capilar, sua penetração na sociedade e a exposição cada vez mais indefesa das crianças ao fenômeno satanista, em todas as suas expressões. Impressionou-me particularmente esta frase: "Pelo menos em três grandes cidades dos USA membros do clero têm à sua disposição pelo menos um coven (local de encontro para o ritual satânico) pedófilo, freqüentado e mantido exclusivamente para membros do clero".

A atenção posta por Malacchi Martin no fenômeno da pedofilia no clero católico era evidentemente incomum naqueles anos (1992), portanto só pode causar estupefação. E é extremamente interessante descobrir que o Padre Malacchi Martin considerava que as crianças de sexo masculino fossem preferidas pelos satanistas como substitutas do Menino Jesus, na típica inversão diabólica.
Neste ponto, corroborado por outro lado pela discutida, mas reveladora declaração do Papa Bento durante o vôo para Fátima em 12 de Maio passado, considero que tenha chegado o momento de falar também de um outro livro do Padre Malachi Martin. Trata-se do romance (de 1996) intitulado Windswept House (A Casa Varrida pelos Ventos). É inútil procurar esse livro em italiano, não o encontrareis! De fato, esse livro jamais foi traduzido, e provavelmente isso não aconteceu por acaso.

Esse volume me deixou muito curioso por causa de algumas citações encontradas na internet, assim há alguns meses encomendei uma cópia. O romance é vivido no Vaticano durante os anos noventa, e fala de modo bastante explícito de acontecimentos ligados ao pontificado de João Paulo II. Porém, o mais interessante é uma de suas três breves premissas históricas ocorridas do ano de 1963.

Que aconteceu naquele ano? Segundo o romance, em 29 de Junho de 1963, no Vaticano, e para ser mais preciso, na Capela Paulina foi celebrado um ritual satânico do qual participaram altos prelados, Bispos, simples sacerdotes e leigos. Segundo Malachi Martin tratava-se de realizar uma profecia do satanismo moderno que anunciava o advento da era de Satanás no momento em que um Papa tivesse assumido o nome de Paulo. O último Papa Paulo foi Camillo Borghese, morto em 1621. Em 21 de Junho de 1963 foi eleito Papa o Cardeal Montini, que assumiu o nome de Paulo VI. Malachi Martin conta, pois, que na noite entre 28 e 29 de Junho de 1963, uma semana após a eleição de Paulo VI, foi organizado esse ritual satânico no Vaticano, com a finalidade de entronizar Satanás no coração da Cristandade.

Os satanistas, porém, não podiam organizar um ritual completo: como teriam podido levar a vítima e o animal sacrifical ao Palácio Apostólico? Decidiram, pois, combinar dois ritos a serem celebrados ao mesmo tempo. Um, incruento, no Vaticano, na Capela Paulina, e um outro, cruento, a ser celebrado nos USA. Os ritos aconteceriam simultaneamente, e seriam sincronizados através de telefone. Quem oficiou no Vaticano? Martin não o diz. Fala apenas de Prelados, sacerdotes e leigos. Quanto ao rito paralelo, ele é mais claro e conta que aconteceu numa Igreja paroquial da Carolina do Sul, e quem o celebrou foi um tal "Bispo Leo". Um tal nome não deve ser casual. E, de fato, somente na diocese da Carolina do Sul encontramos, em 1964, o Bispo Ernst Leo Unterkoefler. Este, em 1963, já era Bispo titular de Latópolis, e participava ativamente do Concílio Vaticano II. Eis, pois, porque um Bispo de um estado periférico dos USA podia ter tão estreitas ligações no Vaticano, tanto que podia oferecer-se para organizar um tão abominável ritual. Mas prossigamos a narração do romance. O ritual será feito na Carolina do Sul através da violência sexual de uma menina, primeiro narcotizada e depois abusada. Na Capela Paulina, por sua vez, foi celebrado o ritual principal incruento, concluído pela leitura de uma espécie de "consagração" do Vaticano a Satanás.

Até aqui, poder-se-ia dizer que tudo isso são invenções, fantasias, criações horripilantes de um sacerdote apreciador de narrativas exageradas. Entretanto, dever-se-ia perguntar por que Bento XVI, em Junho passado, tornou a consagrar a Capela Paulina, e porque quis restaurá-la, eliminando o altar antigo e fazendo construir um outro completamente novo. E poder-se-ia também perguntar por que o Padre Amorth, ainda recentemente, tenha reafirmado que no Vaticano há satanistas. Esta história também poderia explicar muito bem a famosa "fumaça de Satanás" da qual falou Paulo VI, provavelmente quando veio a saber, anos depois, daquele acontecimento.

De todo modo, eu faria questão de acrescentar que Padre Martin foi dos poucos que tiveram o privilégio de conhecer o Terceiro Segredo de Fátima, precisamente por meio de um daqueles que o leram em 1959, o Cardeal Bea, do qual ele era secretário. E ainda Malacchi Martin, mais adiante, em seu romance Windspwept House, contava, certamente, na ficção do romance, quanto se segue:

"De repente, se tornou indiscutível que, agora, durante este papado, a organização da Igreja Católica Romana trazia dentro de si uma permanente presença de clérigos que cultuavam Satanás e o apreciavam; Bispos e Padres que se sodomizavam mutuamente e sodomizavam meninos; freiras que praticavam os 'rituais negros' da wicca, e que viviam em relações lésbicas... [dentro e fora dos seus conventos. Subitamente, ficou claro que durante esse pontificado, a estrutura da Igreja Católica Romana tornara-se um lugar no qual] todo dia, inclusive aos domingos e dias santos, atos de heresia e blasfêmia [ de ultraje e de indiferença] eram cometidos e permitidos nos Altares sagrados por homens que haviam sido chamados pare serem padres. Atos e ritos sacrílegos não só eram praticados diante dos sagrados altares, mas tinham a conivência, ou pelo menos a tácita permissão de alguns Cardeais, Arcebispos e Bispos...[De repente causou escândalo porque ficou conhecida a lista de Prelados e sacerdotes envolvidos nisso.] O seu número no total era minoritário - algo como de um a dez por cento dos eclesiásticos. Mas, dessa minoria, surpreendentemente muitos ocupavam altas posições ou níveis [ de grande autoridade na chancelarias, seminários e universidades]... Os fatos que conduziam o Papa a um novo nível de sofrimento eram principalmente dois: os sistemáticos laços organizativos – noutras palavras, a rede - que fora estabelecida entre certos grupos de clérigos homossexuais e covens satanistas. E a desordenada potência e influência dessa rede." (pp.492-493. Os textos entre colchetes foram slatdos pelo autor do artigo e colocados pelo tradutor do artigo ao português).

Sabemos todos que freqüentemente se escolhe a via narrativa para contar fatos que seria melhor não revelar e para os quais dificilmente se conseguiria obter crédito. Entretanto, alguém me deve explicar como foi possível que Padre Malachi Martin tivesse diante de si um claríssimo quadro da situação da Igreja Católica e de uma parte da sua hierarquia, numa época na qual não se clamava ainda contra o escândalo pedófilo, quando ninguém falava dele, e quando ninguém tomava providências contra ele. Mas, sobretudo, por que Padre Malachi Martin ligava a Satanás e a seu culto o desvio moral de uma parte da Igreja?

Muito provavelmente Malachi Martin teria compartilhado as palavras do Santo Padre com relação à verdadeira natureza do Terceiro Segredo: "hoje nós o vemos de modo realmente aterrorizante e que a maior perseguição à Igreja não vem dos inimigos externos, mas nasce do pecado na Igreja. E que a Igreja tem pois profunda necessidade de reaprender o que é a penitência, aceitar a purificação, aprender o perdão, mas também a necessidade da justiça." Se bem que sejam muitas as resistências que o Santo Padre sofreu e muitas as cumplicidades de silêncio ( as “omertà”) também do mundo da informação que parece preferir - e talvez por cumplicidade - a vulgata [ a interpetração simplista] do Cardeal Bertone à evidência quer dos fatos, quer também das palavras do Papa, creio que seja já dificilmente discutível que o Terceiro Segredo fale exatamente dessa conexão entre Satanismo e uma parte minoritária do clero católico dedicado a atos abomináveis. Quem sabia disso, como o Padre Malachi Martin, procurou toda a sua vida lançar sinais, indicar o elemento perturbante e horripilante do qual nasce a perseguição da Igreja. Ele permaneceu não acreditado e morreu em 1999, antes que explodisse nos Estados Unidos o escândalo pedófilo em todo o seu horror. Padre Malachi Martin celebrou durante toda a sua vida a Missa segundo o rito antigo. Hoje não podemos não considerá-lo uma espécie de profeta, um escritor e um sacerdote, um exorcista enfim, que há muito tempo proclamava a necessidade de uma purificação da Igreja sem demonizar o Vaticano II e sem exaltá-lo, a fim de transformar a Igreja Católica numa sucursal do Protestantismo.
O equilíbrio e a longa previdência do Padre Malachi Martin residiam talvez na sua capacidade de observar e contar fatos. E esses fatos, hoje, nos reconduzem à pergunta ainda sem resposta: por que não foi revelado completamente o Terceiro Segredo de Fátima?



Para citar este texto: Francesco Colafemmina- "Padre Malachi Martin e o Terceiro Segredo de Fátima"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=malachi-fatima-segredo
http://missatridentinaemportugal.blogspot.pt/2010/06/padre-malachi-martin-e-o-terceiro.html

domingo, 7 de dezembro de 2014

SOBRE MÉDIUNS E MEDIUNIDADES - PARTE FINAL

E nisso quero referir-me aos que fazem espiritismo: - abrem suas sessões e os espíritos se manifestam, mas onde estavam? Evidentemente aí mesmo. Simplesmente na dimensão das auras. Quando estes médiuns fazem uma fotografia da aura, fotografam o que está nas suas auras, estas energias que evidentemente estão neles e em volta deles, porque as suas auras estão nas suas mesmas dimensões vibratórias.

Inclusive este é o problema dos médiuns, pois estas energias estão neles em maior quantidade, ao ponto que precisam trabalhar nisso. Porque de outra forma surge a necessidade de procurar alternativas, no analista, no neurologista, na palestra ioga, ou no carisma, mas sempre com problemas tomam remédios e vivem mal. O centro espírita os ajuda quando lhes permite esta sua prática, que não leva a lugar algum, mas nisso o médium se equilibra. (EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 106)

Desenvolver a mediunidade com os seus condicionamentos: o senso místico, esotérico, transcendental, perseguindo o espiritismo, o carisma, treinar o fluxo autógeno, ioga, etc., é permanecer nisso. Reformular-se integralmente por dentro é o primeiro passo para sair disso e pôr-se em condições de saber proporcionar esta reformulação aos que espiritualmente desarmonizam a aura, tanto por dentro como por fora dela.

Resgatar o passado em função do presente é o segundo passo, e é a melhor fórmula a ser adotada. Porém é do momento dessa conscientização em diante, até o fim da vida, sem reservas, que se deve investir nisso pela própria evolução. (EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 133)

O que hoje na Europa é cura prânica ou paranormal, no Brasil é passe espírita, bênção, Jo ho réi, etc., elevada lá à profissão da pranoterapia, só na Itália, existem bem mais de l00.000 inscritos neste sindicato, que permite o consultório e cobrança da prestação do serviço.

Porém, um dos problemas mais aflitivos da humanidade ainda está fora do alcance desta ação, da medicina e de muitas práticas espíritas, inclusive para o seu tratamento definitivo: é o vampirismo. Um fenômeno consequente da agressão da aura que provoca as sensações da mediunidade, que muitos desenvolvem para estes trabalhos, ou exploram como características paranormais, desenvolvendo-as para estas formalidades.

Existem nisso, ainda, casos de vampirizações perniciosas e graves doenças psicológicas, que não têm curas definitivas, senão na terapêutica espiritual. E nestes casos, as soluções são doutrinárias, pois este é também “o problema existente”, e quando este não seja considerado, não há terapia definitiva... Porém sem os contextos doutrinários exatos, irão se desenvolver benefícios temporários, mediunidades cármicas, etc., mas não haverá tratamentos definitivos, porque as entidades em questão não passarão da dimensão metafísica. (EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 195, 196, 197)

Um espírito que esteja se comunicando com alguém, numa sessão mediúnica, quando se refere ao médium do qual esteja usando o meio para comunicar-se, o cita como: meu suporte, meu aparelho, quando não, meu cavalo, meu burro... Por que isso? É uma forma de expressão, ou uma forma de atuação, em que o espírito mostra a sua condição da posse que tem sobre o médium? Somente uma fotografia da aura pode determinar isso. Porém, naquele momento, o médium, se está inconsciente, não passa de um meio, pois o espírito lhe toma conta da memória, do cérebro, da inteligência e, numa palavra, de “tudo” o que é o seu ser. Pois age tomando lhe conta do domínio do corpo físico através do astral, misturando nisso as próprias energias com aquelas do médium, assumindo assim, magneticamente, o seu raciocínio, sentimento, etc.? Ou chega assim, independentemente da vontade do médium, a controlar lhe plenamente a matéria? Pois na constituição orgânica, esta é a grande diferença, porque num caso o médium é somente o suporte e dependente do etéreo e pode ter uma atuação permanente, ou outra temporária, mas é semiconsciente, e o médium pode interferir com o seu ponto de vista.

Dizem os “ocultistas” que, para permitir ao espírito controlar o corpo do médium, é necessário que ele “desloque” o seu corpo astral, ou perispírito, mas não é nada disso. Este é um conceito forjado para o leigo supor que, nisso, estejam resguardadas algumas capacidades especiais do médium, ou para que pense que um espírito não possa dominar uma pessoa, especialmente se esta não quer, mas não é assim.

Quando existem evidências mediúnicas numa pessoa, estas são evidentes no corpo astral, e este é um problema cármico do passado. Quando as qualidades mediúnicas são naturais e evidentes, é o médium que controla o seu canal mediúnico, mas só quando este está em boa harmonia com os espíritos, pois neste contexto, os seus “Guias Espirituais” o protegeriam, mas quando não quer trabalhar nisso, porque não conhece o contexto doutrinal do espiritismo, ou tem medo, ou outras razões que podem ser até totalmente independentes de sua vontade, se torna, querendo ou não, permitindo ou não, instrumento deles a qualquer hora porque a sua atuação mora na sua aura.

É assim que acontece, e muitas pessoas são simplesmente atuadas sem nenhuma formalidade e, muitas vezes, para não dizer sempre, a pessoa nem percebe que está sendo atuada, não percebe que alguém lhe está forçando a mão numa determinada situação, ou na reação a situações e com isso, às vezes, a pessoa passa dos limites, de forma que as consequências podem deixar lhe marcas para o resto da vida.

Entretanto, a mediunidade é uma condição que, ao contrário das características que a melhoram, aprimorando se com a experiência, pode ser considerada como uma doença que tem cura e que entra nos mesmos contextos que a resgatam. Porém é o médium que evolui nos contextos doutrinários certos, e eleva, como qualquer um, a sua sintonia mental. Como consequência se liberta dos seus obsessores, mas deverá trabalhar somente mediunicamente para nele mesmo encontrar este acerto?

O fato é que os médiuns não entendem estes conceitos e, quando dão um passo adiante, a maior parte deles dá, pelo menos, um passo atrás. Pois, para início de conversa, muitos falam de humildade, mas não reconhecem por nada que a mediunidade possa ser uma doença, e aí...

As dúvidas que então permanecem, são simplesmente aquelas dos mal informados e daqueles que sempre teimam em reconhecer a validade das coisas que não entendem, especialmente quando se veem abalados em suas crenças fanáticas. Mas é bom que eles saibam que aquilo que permite também a atuação espiritual é justamente este fanatismo irracional. (EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 304, 305, 306)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SOBRE MÉDIUNS E MEDIUNIDADES

As honras da mediunidade não se adquirem sem causar transtornos ao organismo humano e esses transtornos determinam frequentemente o desequilíbrio  das faculdades mentais. (VIDA DE JESUS DITADA POR ELE MESMO, pág. 318)

..., ter mediunidade, hoje, é só uma forma de ajudar estas entidades ainda não evoluídas, num contexto de dívi das que envolvem o espiritualismo do médium. É também um contexto de interferências com imperfeições morais, que são como portas abertas para o acesso destas energias que agem na aura e interferem com a estabilidade psicoemocional, à procura de um caminho que virá só nos contextos doutrinários.

E o que mais interfere nisso é o orgulho do médium, condicionado ao seu fanatismo e superstição, postos no seu contexto religioso.

O orgulho do médium, desta forma, age contra a sua recuperação, e nisso até a sociedade o influencia, pois que, nesta mediunidade, muitas vezes se cria até um prestígio profissional, ocorrendo um deslumbramento por contextos religiosos, que desperdiça a sua possibilidade de recuperação. Esquece-se nisso de ser simplesmente o portador do problema mediúnico e, como tal, centro de um problema que envolve a si mesmo e as entidades espirituais que criaram o problema. É aí que surge a necessidade da figura do diretor do trabalho mediúnico, do técnico, pois sempre foi um erro acreditar que é preciso ser médium para atrair os seres do mundo invisível, eles povoam os espaços e sempre os temos a nossa volta intervindo, seguindo-nos ou evitando-nos. Conforme atraímos uns, automaticamente repelimos outros.

A “faculdade” mediúnica em nada influi nisso, as comunicações serão de acordo com o objetivo dos obsessores forçados pela espiritualidade, quando está conforme com as evocações do diretor da sessão e da assistência: o médium é, nisso, simplesmente a parte visível, que suporta a plêiade de suas entidades carentes de evolução. Entretanto, estas serão simpáticas ao médium porque, para o mal ou para o bem, são ligadas a ele.

É por aí que se vê a influência e a natureza das manifestações, sempre cármicas, mas que, às vezes, são precursoras e outras se manifestam à procura do esclarecimento e valores espirituais que ainda não encontraram.

Entretanto esta faculdade é muito mais rara do que se acredita, pois a maior parte dos médiuns são simples portadores de problemas mediúnicos da sua própria aura. (do EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 118)

A mediunidade também não constitui um privilégio, mas é uma prova e se qualificam nesta, somente aqueles em que a faculdade mediúnica se traduz em efeitos patentes e de certa intensidade. Aqueles, que pretendem pôr nisso as suas fantasias, são doentes delirantes.

Aqueles que, na mediunidade, pretendam realizar curas por próprio mérito, são simplórios, pois pode se realizar curas e socorros espirituais, mas sempre e exclusivamente com o auxílio da espiritualidade, e sempre e exclusivamente na absoluta inconsciência do médium que, conseguindo encaminhar os seus cobradores para acima ou adiante, pela reencarnação, poderá assim curar-se. (do EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 204)

Não significa que uma pessoa seja particularmente boa, o fato de ela ser telepática, clarividente ou mediúnica. De alguma forma, significa somente que a pessoa pode ser utilizada como “um meio para trocar pensamentos de um plano de existência para outro”.

Da mesma forma, pode-se encontrar uma pessoa com uma magnífica voz, independentemente de ser boa ou má, pois o seu caráter nada terá a ver com a sua voz. Para um cantor chegar a estupendas interpretações, deverá estudar a exata interpretação, a impostação de sua voz, a música, além dos textos.

Assim também o médium deveria estudar para conhecer a sua mediunidade, instruir-se, pois o espírito usa o médium como uma ferramenta, e os conhecimentos da instrução aperfeiçoam este instrumento, aumentando-lhe os recursos das comunicações.

Mas muitos não se satisfazem com a definição de serem só “um pouco diferentes” e põe-se na mesma posição do feiticeiro selvagem que, sem saber o motivo, e tampouco interessado nas razões, considera isso um “poder” e elege-se a exercê-lo. (do EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA, pág. 292)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A RELIGIÃO

Todos os espíritos são forças de Deus e conforme os seus graus de evolução fiscalizam os graus inferiores. Nisso podemos ver a "Pirâmide Espiritual" que é inteiramente permeada pela sua energia que catalisa sempre o acontecer dos fatos, nas consequências das leis e regras Universais. Esta "Pirâmide Espiritual" é em contínua ascensão, para acompanhar um Universo em contínua expansão. Dessa forma o ser humano ver Deus na ótica das suas paixões, mas este é um contexto impessoal e imparcial e diante de todo o complexo da criação, que há de progredir espiritualmente, evoluindo sempre e possivelmente, partir sempre dos pontos mais evoluídos.
A religião do homem para ter valor, deve ter normas claras e provadas e regras que quando são observadas, lhe esclareçam a sua passagem espiritual na Terra. Suas normas devem ser evolutivas para seu espírito elevar-se e sendo assim, o que dizer de religiões que já em seus princípios não consideram a existência do espírito? E o que dizer das religiões que criaram seus deuses locais, circunstanciados ao planeta Terra? E ainda, se mantendo com a falsidade ideológica, somente para arrecadar recursos financeiros da caridade para sustentar as suas castas, que julgadas em função de seus atos, demonstraram que na sua realidade não existe nada daquilo que pregam. Pensam que o ser humano é formado apenas de células e bactérias, que no fim da vida se transformam no mundo orgânico e nada mais que isso.
Não acreditam na continuação da vida além da vida, onde é mantida a personalidade junto com suas lembranças e suas cobranças. E por isso, achando-se mais espertos, continuam fazendo o que sempre fizeram, explorando e intrigando em nome de Deus, do qual ainda nem pensam que Ele exista. Entretanto hoje se prova a continuação da vida além da vida da matéria e se prova que o homem não pode mudar nada nisso, como nunca mudou nada. E mais uma vez se prova que poucos dos homens que passaram na Terra foram verdadeiramente esclarecidos e autorizados para marcar o caminho que os outros deveriam seguir. O último destes homens foi Jesus, mas não o Jesus deus, porque este é um deus local, da superstição, coisa que o verdadeiro Jesus Messias e carpinteiro nunca quis ser, pois Jesus foi elevado a Cristo e isto significa que ele é o Mestre que Deus escolheu para que ensinasse o novo caminho à humanidade. E Ele fez isso e ainda provou que quando a sua matéria se transformou, ou seja, após desencarnar permaneceu a essência do Seu ser, que era a sua consciência que continuará à direita do Criador. Mas o tempo passa e de tempos em tempos ocorrem reformas, mudanças e hoje já estamos em novos tempos. Porque aconteceu que poucos acreditaram em Jesus e Ele não quis nada de ninguém, só ensinou. Foram aqueles que vieram depois d'Ele, que deveriam continuar Sua obra de conversão, que instrumentalizaram a Sua doutrina, obrigando-a ao dinheiro e ao bem estar na Terra.
Mataram e escravizaram em Seu nome. Para estender a pregação desse seu evangelho, prometeram que só convertendo-se a ele o passado seria esquecido e perdoado. Iludiam o mundo dizendo que operavam em defesa da verdadeira Lei do Amor, quando só pensavam em seu próprio bem estar. Este poder trevoso já foi quebrado a primeira vez com a peste negra na Europa, quando em menos de dois anos, perto da metade da sua população desapareceu. Vieram reformadores depois, que não cumpriram o que deviam e foram ofuscados pelo mesmo poder que os corrompeu. Depois a luz conseguiu furar as trevas e no início do século dezoito o progresso começou a aparecer. Os livros começaram a ser veiculados expandindo a cultura e hoje definitivamente já estamos em novos tempos. É a "Nova Era" que já começou e esta se baseia na "Quarta Revelação", nascida na base da "Reforma LITÁURICA".
LITÁURICA, palavra ação e razão, que permite aos espíritos finalmente evoluírem e passar por esta única porta agora existente, para sair da dimensão da metafísica. Na LITÁURICA há de desaguar o espiritualismo vindo da nata das religiões e inclusive da base do cristianismo, que na "Terceira Revelação" fundara o espiritismo cristão, pondo por terra o espiritualismo da bíblia e da igreja. Na LITÁURICA veio a ser declarado o Juízo Final e as suas regras, que se representam na superioridade do espiritualismo único. Selecionam nesta consequência, tanto orientais como ocidentais ou asiáticos, que estão agora em julgamento. Conforme os vaticínios das antigas escrituras, lendas e profecias, quem não passa vai para o planeta chupão que realizará a transmigração das almas descartadas, para depois de depurá-las em suas chamas, deixá-las em remotas aldeias do espaço, para que recomecem todo o caminho. Já faz muito tempo que esta história estava sendo contada e muitos já a ouviram. Porém muitos não quiseram ainda ouvi-la, mas nada lhes muda. Por isso o que há tempo estava determinado se cumpre e a LITÁURICA continua operando, selecionando, ajudando e encaminhando espíritos extraviados. Tomara que aqueles que já a escutaram sem dar-lhe importância encontrem enfim esta porta, e que esta lhes esteja ainda aberta.

Do livro: O EVANGELHO SEGUNDO A LITÁURICA