sábado, 25 de janeiro de 2014

INFLUÊNCIAS OCULTAS, PLANO ASTRAL E VIBRAÇÕES

Não é elevado o espírito que usa o apego emocional pelos parentes, para justificar e camuflar o desejo de posse e controle sobre os que aí ficaram.

Esta alma pode prejudicar e deprimir a saúde física e emocional dos entes queridos. Estes podem ser coniventes, porque choram e chamam muito pelo falecido.

A alma do outro lado sofre dores indizíveis pelo chamado dos que ficaram. Isto é exercer influência uns sobre os outros.

A mediunidade é boa até que a pessoa atinge certo grau evolutivo; depois, é substituída pela canalização e pela pura inspiração espiritual. O mediunismo, porém, nunca é bom; exceto para queimar um pesado vicarma.

A mediunidade salutar, a canalização e a pura inspiração espiritual têm a finalidade de avançar etapas de evolução ou desenvolver um padrão de vibração que eclodirá um novo gene no ser humano; o que lhe dá a condição natural de fazer viagens interplanetárias e contato com povos de outras estrelas; como também viagens de natureza ultradimensional. Naturalmente e sem estardalhaço. É por isso que existem estas faculdades em evolução na consciência humana. Tal coisa ainda demora; não é para este tempo; principiará por volta de 2.700 d.C. porque junto caminha o processo tecnológico. Mais adiante saberão a razão.

Aquele que não se conhece, pode falar de Deus, rezar, suplicar e seguir uma religião. Faltando-lhe, porém, a percepção direta da divindade ou do sagrado propósito de Deus, um crente, religioso ou fiel se assemelha ao papagaio: só sabe repetir o que lhe é dito por força da criação dos pais ou como subproduto de tradições atrasadas. Tão atrasadas, que não avançaram um milímetro em seus costumes, demonstrando que a mente parou nos primórdios do nascimento de sua religião.

Esse conhecimento não tem nada a ver com religião e é obrigação de todos garimparem, pelo menos, as noções básicas sobre seu físico. Afinal, é um patrimônio emprestado, do qual prestarão contas, pagando um pesado tributo com doenças e com a degeneração das raças.

Aquele que não conhece o corpo astral-emocional, não sabe que os sentimentos negativos e venenosos se transformam em doenças psicológicas. Este é, portanto, ignorante no sentido de que falta conhecimento de si mesmo e dos diferentes aspectos da consciência, pois a dinâmica emocional é um aspecto da consciência.

Então, o que é alma? Corpo físico-etérico, astral-emocional e mental. Isto é alma. Espirito é a vida da alma e não morre.

O espirito tem vida própria, moto-continuo, alimenta-se de si mesmo e por isso é considerado divino; uma centelha de Deus e Deus não morre, é vida perpétua, é vida!

Do livro: O PADRÃO HUMI Volume 2 – O Livro de Lao-Humi

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

DA ESCURIDÃO A LUZ

Onde já se viu o adepto de qualquer religião, seita ou grupo, advogar que só o deus de sua facção tem o ensinamento da salvação – ou que somente a sua religião salva – se só existe um Deus para todas as religiões? Não estão vendo que a imposição é da instituição, pessoas que querem o poder de manipular tudo, somente elas? Onde já se viu caber na mente um atraso tão grande?

Quanta cegueira pensar desta forma e desprezar os seus próprios irmãos, filhos de Deus, por causa da facção religiosa? Onde já se viu? Tamanho atraso em pleno terceiro milênio? Só Jesus Cristo salva! Só Buda salva! Só Jeová salva! Só Krishna salva! Só Brahman salva! Só Alá salva! Ó, homem ignorante! Ó, cego! Ó, visão limitada! Ó, crente estreito e fanático! Todos os mestres são unificados, vivem na Grande Unidade; eles são um só! Por que se separam, então, almas ignorantes? Por que dizer que somente a sua religião salva? Somente o seu deus salva? Você diz isto! Diga e permaneça na escuridão, seja a escuridão da terra ou um dos umbrais purgativos.

Nenhuma religião ou sistema de autoconhecimento salva. A alma se salva. Se ela não se salvar, ninguém vai salvá-la. Só a pessoa pode salvar a si mesma. Guias, mensageiros, profetas e anjos não salvam ninguém. São sinalizadores no caminho. Ajudam as pessoas a se salvarem.

Sem empenho no auto-aprimoramento, sem passar pelos arcos evolutivos, sem depurar o vicarma – que o crente chama de pecado e a ciência chama de conflito psicológico – não existe varinha mágica que bata e transforme o mal em pureza e santidade.

Que livro pode ser sagrado e elevado à condição da verdade das verdades? Nenhum! Fechado na prateleira é apenas um depósito de fungos. Lido e não praticado é passatempo, excrescência intelectual.

Qual a primeira crença errônea que deve ser banida? Esta! A de que uma religião salva. Esta outra: a de que Cristo é diferente de Buda, ou de Alá, ou de Jeová, ou de Krishna, Brahma e etc.

Como? É uma hoste de mestres imateriais unificados em alguns casos, há um só mestre com dois ou três nomes diferentes.

Um nome para cada época e nação, mas sendo a mesma pessoa.

E os limitados pelo ignorar da verdade, fazem parte de um rebanho manipulado, que acredita em dogmas que jamais serão provados.

Lembrar sempre: nada de transferir responsabilidades para estas forças dévicas ou atômicas. Elas somente farão a parte delas, quando você fizer a sua parte, em primeiro lugar.

Do livro: O PADRÃO HUMI Volume 2 – O Livro de Lao-Humi

domingo, 19 de janeiro de 2014

COMO NASCE A IMAGEM

A imagem está vinculada ao carma. A ação, a circunstância, o lugar, as pessoas e o individuo formam os fios que tecem o destino e a imagem pessoal.

Por ação se entende todo pensamento, sentimento, palavra, atitude – ação ou reação. Por circunstância se entende o aspecto social: familiar, profissional, missionário, acadêmico e assim por diante, bem como o padrão mental, emocional e espiritual dos ambientes interno e externo.

Se o ponto ficou entendido, olhe para a imagem que formam da sua pessoa e compreenda: é muito válido saber, mas de nada adiantará se não servir para tomar uma atitude.

Assim como a fé sem obras é morta, o saber sem prática é teoria vazia.

Você quer a doce, terna e alegre flor da espiritualidade, a chama ardente sempre acesa e ânimo para subir? Curve a cabeça no estudo, com toda a atenção para se modificar.

Portanto, não culpe a situação do país, do lar, do emprego, recursos ou relacionamentos. Antes, veja a sua lei de atração... Culpe a sua hostilidade, que atrai mais hostilidade e conduz à aridez, à solidão, ao egoísmo e à pobreza.

A condição é sentir e vibrar amor; amar o seu semelhante como a si mesmo.

Nada de cobrar. O amor não se cobra; não se impõe; não se exige. O amor se dá e a sua maneira de ser determina a atração, tanto do amor divino, quanto do amor das pessoas.

Onde for necessário usar de franqueza vigorosa, use... Principalmente na defesa dos seus legítimos direitos.

Do livro: O PADRÃO HUMI Volume 2 – O Livro de Lao-Humi

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A TREVA TECE IMAGENS GROTESCAS

A imagem que formam de sua pessoa, depende da forma oculta como você alimenta a própria imagem. Se pretender que seja boa, cultive-a.

Pode gozar de boa imagem o vivente que resmunga? E que falar daquele que se enerva? Ou então, qual será a imagem do hipocondríaco, que só fala em doenças? Viventes existem que se viciaram em projetar a situação.

Assim se constrói uma imagem, mas não apenas pelos atos e palavras... Também pelo fluído de egoísmo, inveja, frustração, rancor, despotismo e mágoa. Estes são alimentos ocultos.

Ao se surpreender com a imagem que formaram de você, lembre-se: a imagem vem determinada pelo carma da pessoa.

Depois que o vivente passa a ter o conhecimento que damos, é preciso sem demora trabalhar para remover as causas do carma, iniciando a destruição desta imagem falsa.

É falsa a imagem determinada por um mau carma, porque a verdade é uma só: essencialmente o ser é uma centelha de luz divina, imaculada e perfeita, sem defeito algum, pura como é a pureza do Pai Celestial, que de Si Mesmo a separou. Somente isto é verdadeiro.

Tudo o que é falso precisa ser transmutado. A começar por esta falsa imagem que, até hoje, por ignorância, você insiste em alimentá-la.

Tanto esta imagem é alimentada, como os parentes e amigos são condicionados a reforçar a falsa imagem ainda mais.

Do livro: O PADRÃO HUMI Volume 2 – O Livro de Lao-Humi

domingo, 24 de novembro de 2013

O PORQUÊ DESSA URGÊNCIA DE PREGAR O EVANGELHO DE JESUS CRISTO?

Frei Silvestre, portador de alta dignidade, estava guardando uma pergunta, para que todos ouvissem com atenção, e assim se expressou com alegria:

- Pai Francisco!... Se for oportuno, eu queria compreender melhor o Porquê dessa urgência de pregar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, se a igreja Católica já o faz há mais de mil anos.

Francisco, agraciado pela paz de coração e rejubilando-se de contentamento, principalmente pela pergunta articulada, falou sem rodeios:

- Devo, nesta hora, dizer a todos os companheiros de trabalho, a nossa diante da Igreja, onde o nome de Pedro, o Apóstolo, figura como o primeiro Apóstolo da cristandade.

Primeiramente, queremos que todos compreendam e saibam do nosso respeito por essa Igreja de Deus, que se fez presente no mundo pelos seus representantes. Essa Igreja lutou com todas as suas forças, no sentido de manter o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo aceso em todas as suas virtudes. Depois de determinado tempo, ela se aliou, como é do conhecimento de todos os irmãos, ao Estado para aliviar as perseguições contra os cristãos, de maneira tal que o Evangelho pudesse avançar mais livre da ignorância humana, envolvendo o espírito na letra, que silencia certas verdades. Até aí concordamos, devido à situação espiritual da humanidade de não estar preparada para tal vivência em espírito e verdade. No entanto, o deslize avançou além das linhas em que deveria parar e descuidaram em demasia da essência, de sorte a procederem de forma pior do que os políticos e os guerreiros. E o contrassenso maior foi e é matar em nome de Deus e de Jesus Cristo.

Eles, os dirigentes da Igreja Católica Apostólica Romana, perderam as condições espirituais de pregar o Evangelho. Muitos deles já nasceram condicionados pelas novas escolas de sacerdotes, imbuídas do crime, do orgulho e do egoísmo, do fausto e do mando, da prepotência e da vingança. E agora, como voltar atrás e reconduzir a religião às bases verdadeiras? O tesouro maior do mundo escapou das suas mãos, pelas interpretações de falsos teólogos, eivados que estavam e estão da influência do ouro e do bem-estar material. Se não fosse isso, não precisariam do nosso trabalho. Nós iríamos, de corpo e alma, engrossar as fileiras do clero organizado.

Estamos aqui, como nos recomenda o Senhor, que sempre ouvimos, para levantarmos a Sua Igreja e reconstruí-la nos alicerces primitivos de Amor e de Caridade. Não se pode dizer que todos da Igreja erraram, pois generalizar qualquer assunto é demonstração de cegueira espiritual. Existem muitos sacerdotes que lutaram e lutam, dando a própria vida em favor da pureza dos conceitos do Cristo, e isso é louvável nos dias que correm.

Mas, os dirigentes, na maior parte estão influenciados pela dissonância doutrinária. Esqueceram o Amor e, se porventura falam nele, não o vivem. Esqueceram a Caridade, e se por vezes falam nela, se esquecem das obras. Esqueceram o Perdão e se lembram dele algumas vezes, nunca perdoam. Falam muito de Paz, entretanto não dão um passo em favor dela...

Somos ovelhas no meio de lobos, pelas ideias que estamos cultivando, a qualquer hora seremos atacados, porque a nossa prática vai prejudicar a vida deles incompatível com a vida de Jesus Cristo. A urgência que temos de pregar o Evangelho é neste sentido: relembrar o Evangelho primitivo, de que, graças a Deus não uma letra, mas o sentido, com o qual poderemos, com a graça de Deus, recompor usando mais da própria prática, para depois falar daquilo que foi vivido.

Reiteramos aqui o nosso agradecimento a essa Igreja que caindo, por ter conduzido o nome de Jesus na viagem dos séculos, e onde o reencontramos na vida de alguns corações que amam. Agradecemos, ainda, pela aquiescência de Sua Santidade em abrir os caminhos e aceitar as regras propostas por nós junto à sua compreensão.

Não devemos esperar nesta jornada, algo de bom para o nosso próprio proveito, porque a humanidade já está habituada aos maus costumes, e o nosso trabalho é de sacrifício, de disciplina e de Amor, na sua mais alta pureza, concernentes aos bons sentimentos. Não devemos julgar qualquer pessoa nem as intimações, que já se fizeram presentes no mundo, mas, temos um dever, pela voz que nos chama a trabalhar. E se acreditamos nela, vamos sem esperar. Vamos servir!

Do livro: FRANCISCO DE ASSIS - JOÃO NUNES MAIA (MIRAMEZ)